Assessora de deputado do PT recebeu murado de R$ 550 milénio em verba público entre aluguel de imóvel próprio e salários do gabinete
Por ContraFatos 19/07/2026 Atualizado em 19/07/2026
Pagamentos com verba de gabinete a propriedade de funcionária comissionada somam R$ 409,5 milénio desde 2019
Um caso envolvendo o uso de verba público para aluguel de um imóvel pertencente a uma assessora de gabinete vem gerando debate nas redes sociais e levantando questionamentos sobre provável conflito de interesses na Parlamento Legislativa de São Paulo.
Contrato de locação e vínculo com o gabinete
De negócio com reportagens publicadas, o deputado estadual Luiz Fernando Teixeira (PT-SP) utiliza verba de gabinete para custear o aluguel de uma propriedade que pertence a Ana Paula Rossetto, sua atual assessora comissionada. O contrato de locação foi firmado em março de 2019, período muito anterior à ingressão formal de Ana Paula na equipe do parlamentar.
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Até maio de 2026, os pagamentos realizados com recursos públicos para o aluguel do imóvel totalizaram aproximadamente R$ 409,5 milénio, segundo os dados divulgados pelas reportagens.
Assessora passou a receber salário em janeiro de 2025
Ana Paula Rossetto foi oficialmente contratada para integrar o gabinete do deputado em janeiro de 2025, passando a receber um salário mensal de murado de R$ 8,3 milénio. Quando se somam os valores do aluguel pago pelo imóvel e os vencimentos recebidos uma vez que funcionária comissionada, o montante totalidade em verba público direcionado a ela alcança murado de R$ 550 milénio.
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Ligações políticas familiares
Ana Paula Rossetto é filha da vereadora Ana do Carmo (PT), que também é ex-deputada estadual e possui longa trajetória na política paulista. Esse vínculo familiar reforçou as discussões sobre as relações entre os envolvidos no caso.
Gabinete nega irregularidades
Em resposta às reportagens, o gabinete do deputado Luiz Fernando Teixeira sustenta que não há qualquer irregularidade na situação. A justificativa apresentada é de que o contrato de aluguel do imóvel é anterior à contratação de Ana Paula uma vez que assessora, e que o espaço é efetivamente utilizado para atividades relacionadas ao procuração parlamentar.
Apesar da repercussão nas redes sociais e dos debates sobre provável conflito de interesses, até o momento não existe decisão solene que aponte ilegalidade na contratação da assessora ou no contrato de locação firmado com verba público.
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https://www.contrafatos.com.br/imovel-de-assessora-de-deputado-do-pt-recebeu-mais-de-r-400-mil-em-dinheiro-publico-para-aluguel-aponta-reportagem//Manadeira/Créditos -> CONTRA FATOS
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