Moradores denunciam temor e instabilidade diante de episódios públicos e falta de ação imediata das autoridades
A presença de um parelha em situação de rua tem gerado tensão e indignação entre moradores de um bairro em Novidade York, nos Estados Unidos. Instalados em uma lajeada movimentada, eles passaram a ocupar o espaço há tapume de um mês, transformando a extensão em um ponto marcado por sujeira, comportamentos considerados inapropriados e episódios de agressividade.
As informações foram divulgadas pelo New York Post.
Rotina inclui lixo amontoado e permanência em extensão movimentada
Segundo relatos, o parelha vive ao ar livre entre uma farmácia e uma liceu, em uma região frequentada diariamente por famílias, trabalhadores e estudantes. O sítio teria sido tomado por lixo amontoado pelos próprios ocupantes, agravando a sensação de deserção e desconforto entre os vizinhos.
Relatos apontam consumo de álcool e atos em público
Moradores afirmam que os dois consomem bebidas alcoólicas com frequência e utilizam a rua uma vez que banheiro. Também relatam episódios de sexo em público, inclusive durante o dia.
Em uma das situações descritas uma vez que mais impactantes, frequentadores de uma liceu disseram ter presenciado a mulher praticando sexo vocal no companheiro à vista de pedestres, incluindo crianças que circulavam pela região.
Outro incidente citado aponta que, em determinada manhã, a mulher segurava uma caixa de pizza enquanto o varão a utilizava para defecar, aumentando a indignação de quem vive no entorno.
Comportamento hostil intensifica preocupação
Além das cenas relatadas, moradores também mencionam atitudes hostis. Durante uma tentativa de limpeza realizada por funcionários de um prédio próximo, o varão teria reagido com xingamentos e ameaças.
Testemunhas afirmam que ele chegou a declarar que poderia atirar em pessoas e mencionou ter servido ao Corpo de Fuzileiros Navais dos Estados Unidos.
Limitações legais dificultam ação policial
Apesar das denúncias, a polícia afirma não ter respaldo jurídico suficiente para retirar o parelha à força. Segundo autoridades, o sítio não é classificado uma vez que acampamento formal, já que não há estruturas fixas instaladas.
Aliás, os agentes alegam falta de provas concretas de crimes que justifiquem uma remoção compulsória. Sem consentimento, não seria verosímil obrigar os dois a deixarem o espaço.
Moradores cobram solução das autoridades
A situação tem gerado críticas por segmento da comunidade sítio, que questiona a exiguidade de medidas mais efetivas diante do que consideram riscos à segurança e à saúde pública.
Mesmo com a repercussão do caso, autoridades municipais ainda não apresentaram uma solução concreta. Enquanto isso, o parelha permanece no sítio, mantendo uma rotina que continua a fomentar temor e desconforto na região.
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