
CLIQUE E ASSISTA AGORA – O relator da CPMI do INSS, deputado Alfredo Gaspar (União-AL), avaliou o que pode ser o prova de Antônio Carlos Camilo Antunes, publicado porquê "Careca do INSS". Segundo ele, o empresário estaria "impenetrável" por parceiros, mas deve ser menosprezado rapidamente e se tornar peça-chave nas investigações. O relator destacou que há indícios de quem seriam os padrinhos políticos e que a fiscalização da prelo e da sociedade será precípuo para prometer resultados concretos da percentagem.
A CPMI do INSS se reúne nesta quinta-feira (25) com uma taxa enxurrada de requerimentos para votar. A percentagem também deve ouvir o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, recluso pela Polícia Federalista porquê um dos operadores-chave do maior esquema de fraudes das últimas décadas do Instituto Vernáculo do Seguro Social (INSS). Esta é a segunda vez que a percentagem tenta ouvir o lobista, chamado de "Careca do INSS", que faltou ao primeiro prova, previsto para a semana passada.
Antes de tomar prova do lobista, a CPMI do INSS pode votar 30 requerimentos. Um deles pede a convocação de Rodrigo Moraes, indigitado porquê sócio da Arpar, empresa investigada por suposta lavagem de moeda desviado do órgão.
Também estão na lista solicitações de prova de presidentes de confederações suspeitos de relação com o esquema e pedidos de informações adicionais a entidades envolvidas.
Dois requerimentos tratam do legista Nelson Wilians Fratoni Rodrigues: um solicita sua prisão preventiva e o outro requer ao Coaf o envio do Relatório de Lucidez Financeira, abrangendo o período de janeiro de 2019 a dezembro de 2024.
A percentagem pode ainda deliberar sobre uma minuta de projeto de lei. A proposta prevê mecanismos para substanciar o controle sobre a licença de benefícios do INSS, amplia a autonomia das CPIs em relação à Polícia Judiciária e ao Ministério Público, obriga o compartilhamento de provas e dados sigilosos e estabelece punições a depoentes que se ausentarem sem justificativa.








