Gilmar Mendes critica linguagem de Romeu Zema e caso envolve STF, PGR e Polícia Federalista
O ministro do Supremo Tribunal Federalista (STF), Gilmar Mendes, fez críticas públicas ao modo de falar do pré-candidato à Presidência, Romeu Zema, durante entrevistas concedidas na quarta-feira (22.abr.2026).
Em participação no Jornal da Orbe, o ministro afirmou que o ex-governador de Minas Gerais utiliza uma linguagem “próxima do português”, mas que poderia ser interpretada porquê ofensiva. Segundo ele, a forma de informação adotada por Zema seria inadequada, mormente no contexto político atual.
Na mesma data, em entrevista à Record News, Gilmar Mendes voltou a comentar o tema. Na ocasião, disse que o pré-candidato falaria um “dialeto próximo do português” e que, em alguns momentos, teria dificuldade de compreensão do exposição do político.
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As declarações ocorreram em meio ao cenário pré-eleitoral e ampliaram a repercussão envolvendo autoridades do Judiciário e figuras políticas.
Resposta de Romeu Zema intensifica o debate
Romeu Zema respondeu às declarações no dia seguinte, por meio de publicação em seu perfil na rede social X (velho Twitter). O pré-candidato afirmou que sua forma de falar representa o “linguajar de brasileiros simples”, em contraste com o que classificou porquê uma linguagem mais formal utilizada por integrantes de Brasília.
Na mensagem, Zema também ampliou as críticas ao posicionamento de ministros do STF. Segundo ele, há uma percepção de distanciamento entre decisões institucionais e o entendimento de secção da população.
O posicionamento do ex-governador contribuiu para intensificar o debate público, gerando ampla repercussão nas redes sociais e no meio político.
Notícia-crime e investigação em curso
Paralelamente às declarações, Gilmar Mendes encaminhou uma notícia-crime ao ministro Alexandre de Moraes, solicitando a apuração de condutas atribuídas a Romeu Zema no contextura do chamado sindicância das fake news.
O caso foi guiado à Procuradoria-Universal da República e segue sob sigilo. A investigação tem porquê base um incidente da série “Os Intocáveis”, divulgado anteriormente nas redes sociais do ex-governador.
No material citado, são utilizadas representações satíricas de ministros do STF, incluindo Dias Toffoli e o próprio Gilmar Mendes. No documento enviado, o ministro argumenta que o teor poderia ter atingido a honra e a imagem da Golpe e de seus integrantes.
O incidente mencionado faz referência a uma decisão anterior de Gilmar Mendes que anulou medidas adotadas pela CPI do Transgressão Organizado, relacionadas à quebra de sigilos de uma empresa ligada à família de Dias Toffoli.
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