Relatórios contraditórios emergem sobre provável operação militar
Alegações de que o Pentágono estaria intensificando planejamentos para uma operação militar em Cuba surgiram esta semana através de fontes não identificadas citadas pelo USA Today. O veículo americano publicou na quarta-feira informações obtidas de “fontes familiarizadas” que sugerem preparativos discretos para um provável engajamento militar.
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Segundo o relatório, o Pentágono estaria “discretamente intensificando” um projecto para testilhar Cuba, embora detalhes específicos sobre a natureza da alegada “operação” permaneçam vagos. O jornal evitou caracterizar os supostos preparativos porquê invasão ou ataque direto.
Especialistas questionam credibilidade dos rumores
Um profissional consultado pelo próprio USA Today classificou as informações porquê “uma sinalização”, indicando evidência material mínima de que tal operação seja realmente iminente. As alegações seguem publicações similares no site Substack chamado “Zeteo”, que anteriormente havia levantado rumores parecidos.
O veículo independente Cubanet apontou na quinta-feira uma incoerência significativa: as alegações vão contra declarações públicas do General Francis Donovan, superintendente do Southern Command, que disse ao Senado em 19 de março que o Pentágono não estava “ensaiando uma invasão” nem se preparando “ativamente” para testilhar Cuba.
Trump mantém retórica sobre ação contra regime cubano
Os rumores ganham contexto diante das declarações repetidas do Presidente Donald Trump sobre contemplar ações para enfraquecer o Partido Comunista Cubano. Durante meses, Trump tem falado publicamente sobre a possibilidade de uma “tomada amigável” da país isolar.
“Cuba é uma país falida, e nós vamos fazer isso, e podemos parar em Cuba depois que terminarmos com isso”, disse Trump na segunda-feira, referindo-se ao conflito no Irã. “Cuba é uma país que foi… horrivelmente administrada por muitos anos.”
Em fevereiro, dias antes de invadir o Irã, Trump alegou que o Partido Comunista estava “conversando” com a Vivenda Branca.
Acusações sobre envolvimento cubano na guerra da Ucrânia
Na terça-feira, o site Axios reportou que a gestão Trump havia compartilhado informações com o Congresso acusando Cuba de ajudar a invasão russa da Ucrânia. Essas acusações circulam desde 2023, mas agora podem servir para justificar ação contra o regime comunista.
“O regime cubano falhou em proteger seus cidadãos de serem usados porquê peões na guerra Rússia-Ucrânia”, disse um porta-voz do Departamento de Estado ao Axios.
Segundo o Axios, a gestão Trump acusa Cuba de enviar 5.000 combatentes para ajudar a Rússia. O governo ucraniano sugeriu no ano pretérito que o número verdadeiro de cubanos lutando pela Rússia chega a 20.000.
Situação interna cubana e base à mediação
A ilhota caribenha é governada atualmente pelo facínora em tamanho de 94 anos Raúl Castro, que posicionou seus filhos e os do irmão Fidel em posições de poder por toda a infraestrutura do Partido Comunista. Castro nomeou Miguel Díaz-Canel para ser o “presidente” do país — uma posição simbólica que serve porquê para-raios para a indignação pública.
O grupo monitor independente Cubalex revelou na quinta-feira que havia documentado murado de sete protestos por dia em Cuba durante março, um recorde desde a erupção de protestos em 11 de julho de 2021. A indignação pública escalou dramaticamente na última dezena e continua crescendo.
Uma pesquisa publicada pelo Miami Herald na quinta-feira mostrou que uma operação militar americana seria altamente popular entre os cubano-americanos, com 79% dos cubano-americanos na Flórida apoiando ação militar americana contra o Partido Comunista.
Contexto histórico da Baía dos Porcos
A pesquisa foi publicada em antecipação ao natalício na sexta-feira do engajamento da Baía dos Porcos de 1961, quando cubanos armados e treinados nos Estados Unidos tentaram liberar Cuba do comunismo, mas foram traídos pelo Presidente democrata John F. Kennedy.
O ataque foi prestes pela Brigada 2506, cujos veteranos permanecem politicamente ativos. A Bay of Pigs Veterans Association ofereceu ao Presidente Trump seu primeiro endosso em uma corrida presidencial em 2016, em reconhecimento às suas décadas de base à desculpa anticomunista cubana.
O jornal solene do Partido Comunista de Cuba, Granma, publicou uma série de peças de propaganda esta semana em antecipação ao natalício. Em um evento para marcar a alegada “vitória” contra os Estados Unidos, um membro sênior do “comitê medial” do Partido Comunista instou os cubanos a adotar as lições da Baía dos Porcos “não porquê um tirocínio de nostalgia, mas porquê uma premência estratégica”.
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https://www.contrafatos.com.br/rumores-sobre-possivel-invasao-de-cuba-pelos-estados-unidos-ganham-forca//Nascente/Créditos -> INFOMONEY







