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O ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federalista, decidiu impedir o envio de informações relacionadas à morte de Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão para a Percentagem Parlamentar de Interrogatório do Delito Organizado. O pedido incluía também aproximação a dados de investigações conduzidas pela Polícia Federalista sobre supostas irregularidades envolvendo o Banco Master, ligado ao empresário Daniel Vorcaro.
Em sintoma solene encaminhada ao senador Fabiano Contarato, presidente da CPI, Mendonça afirmou que os elementos solicitados permanecem sob sigilo. Segundo o ministro, tanto o caso da morte de Sicário quanto as investigações envolvendo o banco ainda estão em curso, o que impede, neste momento, o compartilhamento de qualquer informação com o colegiado.
O magistrado destacou que a liberação dos dados poderá ser analisada futuramente, exclusivamente em seguida a desfecho das diligências realizadas pela Polícia Federalista. Dessa forma, o aproximação solicitado pela percentagem ficará condicionado ao fechamento das etapas investigativas que ainda estão em curso.
🔎 Sigilo mantido em meio à investigação
Ao justificar sua decisão, Mendonça reconheceu a valimento da CPI, mas ressaltou que existem limites legais para o aproximação a informações sensíveis. Ele explicou que os requerimentos apresentados buscavam dados ligados a processos sob sua relatoria no STF, principalmente no contexto da chamada Operação Compliance Zero, que envolve investigações sobre o Banco Master e a morte de Sicário.
O ministro acrescentou que ainda há diligências pendentes nos dois casos, o que inviabiliza o compartilhamento inopino das informações. Segundo ele, somente em seguida o término dessas etapas será verosímil reavaliar o pedido feito pelos parlamentares.
⚖️ Morte de Sicário e relação investigada
Luiz Phillipi Machado de Moraes Mourão foi recluso pela Polícia Federalista no início de março. Durante o período em que esteve sob custódia na superintendência da PF em Minas Gerais, ele tentou tirar a própria vida. Depois ser socorrido e hospitalizado, acabou não resistindo e morreu dias depois.
As investigações apontam que Sicário teria relação com um grupo sabido uma vez que “A Turma”, associado ao empresário Daniel Vorcaro. De consonância com apurações, essa organização seria suspeita de atuar com intimidações e ameaças contra adversários, o que amplia a relevância do caso dentro do cenário investigativo atual.







