Estudo revela que juízes brasileiros superam remunerações de países desenvolvidos mesmo em seguida ajustes econômicos
Um levantamento que analisou a remuneração de magistrados em diferentes partes do mundo apontou que a escol do Judiciário no Brasil ocupa posição de destaque global quando o tópico é salário. O estudo, orientado por Sergio Guedes-Reis para a República.org, comparou vencimentos em 11 países e identificou que juízes brasileiros recebem mais do que seus equivalentes em nações desenvolvidas.
Verificação internacional evidencia vantagem brasileira
A pesquisa incluiu países uma vez que Alemanha, Estados Unidos, Reino Uno e França. Mesmo em seguida considerar fatores uma vez que dispêndio de vida e variações cambiais, os dados mostram que os ganhos no Brasil permanecem superiores em todos os níveis da curso.
Entre os destaques, está o grupo dos 25% mais muito pagos da magistratura pátrio, que reúne murado de 7,4 milénio profissionais. Essa parcela supera praticamente todos os pares estrangeiros analisados. Já o salário inicial no Brasil se posiciona entre os 10% mais altos da Alemanha e se aproxima da média registrada em países uma vez que França e Portugal.
Diferença salarial aparece em toda a curso
O levantamento também indica que essa vantagem não se restringe ao topo da curso. A discrepância se repete em diferentes estágios da magistratura, reforçando um padrão de remuneração ressaltado ao longo de toda a trajetória profissional no Judiciário brasiliano.
Descompasso com a veras econômica do país
Na avaliação de Guedes-Reis, existe uma intervalo clara entre os salários das carreiras jurídicas de escol e o contexto socioeconômico do Brasil. “há um descolamento entre os rendimentos das carreiras jurídicas de escol no Brasil e a veras socioeconômica pátrio”.
O pesquisador destaca que, em outras nações, os salários tendem a escoltar mais de perto a veras econômica sítio. Para tornar a verificação mais precisa, o estudo utilizou conversões cambiais ajustadas pelo poder de compra. Nesse conta, US$ 100 nos Estados Unidos equivalem sobre R$ 262 no Brasil, devido ao dispêndio de vida mais ressaltado no país norte-americano.
Penduricalhos voltam ao meio do debate
O tema dos chamados benefícios extras — conhecidos uma vez que “penduricalhos” — voltou à tarifa do Supremo Tribunal Federalista (STF). O plenário deve retomar, nesta quarta-feira (25), a estudo de decisões provisórias relacionadas a esses adicionais.
A discussão havia sido interrompida no termo de fevereiro pelo presidente da Galanteio, ministro Edson Fachin.
Decisões recentes reacendem controvérsia
No mês anterior, medidas liminares adotadas pelos ministros Flávio Dino e Gilmar Mendes suspenderam secção desses benefícios e reacenderam o debate sobre o teto salarial no setor público.
Dino estabeleceu que somente verbas indenizatórias previstas explicitamente em lei poderiam ser mantidas. Mendes foi além e restringiu ainda mais, autorizando somente benefícios aprovados pelo Congresso.
Uso de verbas indenizatórias levanta críticas
Especialistas apontam que verbas indenizatórias, originalmente criadas para recompensar despesas dos servidores, vêm sendo utilizadas uma vez que complemento salarial. Entre os exemplos estão gratificações concedidas a magistrados com acúmulo de processos.
Guedes-Reis alerta para uma tendência mais ampla no serviço público: “há uma corrida por supersalários entre as carreiras de escol do setor público — e aquelas que compõem o segmento jurídico compõem a vanguarda desse processo”.
Impacto fiscal pode ser bilionário
De contrato com o pesquisador, o saudação integral ao teto constitucional poderia gerar uma economia significativa aos cofres públicos. A estimativa aponta para até R$ 500 bilhões ao longo de 20 anos.
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