As críticas ao procurador-geral da República Paulo Gonet voltaram a lucrar destaque nas redes sociais e em debates políticos. O questionamento partiu de declarações do ativista político Leandro Ruschel, que comparou decisões e posicionamentos atribuídos ao Ministério Público em diferentes situações investigativas.
Ruschel utilizou exemplos distintos para criticar o que considera uma atuação desigual por segmento da Procuradoria-Universal da República. Em publicação que repercutiu nas redes, ele afirmou que manifestações envolvendo pessoas comuns seriam tratadas com maior rigor, enquanto casos envolvendo figuras com grande poder econômico receberiam avaliação dissemelhante quanto à seriedade ou urgência das medidas.
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Na conferência apresentada por ele, o ativista citou episódios em que protestos foram classificados porquê prenúncio à ordem pública, enquanto uma criminação envolvendo um banqueiro bilionário e suposta agressão contra um desafeto teria sido tratada, segundo sua versão, sem a caracterização de risco inesperado. A fala foi usada porquê sátira direta à meio de determinadas análises dentro da PGR.
O ativitsa político Leandro Ruschel, definiu com sublimidade:
“Velhinhas com Bíblia na mão, protestando contra o regime = ‘transe inesperado, prendam todas!’
Banqueiro bilionário mandando um jagunço denominado de ‘Sicário’ para simular um assalto e quebrar os dentes de um desafeto = ‘não há nenhum transe iminente’.
Eis o nosso procurador-geral…”
As declarações reacenderam discussões sobre o papel da Procuradoria-Universal da República na meio de investigações sensíveis e sobre a percepção pública de imparcialidade das instituições. Críticas e defesas sobre a atuação da PGR têm sido frequentes no debate político brasílio nos últimos anos.
O incidente também evidencia porquê decisões e posicionamentos de autoridades do sistema de Justiça continuam sendo analisados e debatidos intensamente por diferentes grupos políticos e sociais, principalmente em temas ligados a investigações e responsabilização de figuras públicas.






