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A resguardo de Fábio Luís Lula da Silva, sabido uma vez que Lulinha, prepara a estratégia jurídica diante das investigações relacionadas ao esquema envolvendo descontos indevidos em aposentadorias. A informação foi divulgada pela jornalista Andreza Matais.
De tratado com o relato, a risca de resguardo deve sustentar que a lobista Roberta Luchsinger teria utilizado o nome de Lulinha sem autorização para negociar acordos com Antônio Carlos Camilo Antunes, sabido uma vez que Careca do INSS. A tese procura provar que o fruto do presidente não teria participado diretamente das tratativas.
Ou por outra, a resguardo pretende substanciar que outras pessoas próximas ao empresário teriam atuado nas negociações. Entre os nomes citados estão o sócio Kalil Bittar e a publicitária Danielle Miranda Fonteles, apontados uma vez que possíveis responsáveis por contatos comerciais realizados em nome de Lulinha.
No contextura das investigações, o ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federalista, autorizou a quebra de sigilos relacionados ao caso. A medida permite o aproximação a dados bancários, fiscais e telemáticos para aprofundar as apurações conduzidas pelas autoridades.






