Durante anos, o Brasil assistiu a um verdadeiro massacre midiático e a uma perseguição judicial implacável contra o ex-presidente Jair Bolsonaro e seus apoiadores. Em nome de uma suposta “resguardo da democracia”, regras foram flexibilizadas, inquéritos sem termo foram abertos e a velha prensa atuou, em grande segmento, uma vez que um braço de militância política. Mas a roda da política gira rápido, e agora o cenário parece estar se invertendo de forma drástica.
Hoje, esses mesmos setores começam a provar do amargo sabor do seu “próprio veneno”. A cilada narrativa que ajudaram a edificar está se fechando contra seus próprios criadores.
A perda do monopólio da narrativa
O primeiro pilar a ruir foi a credibilidade. Ao desistir o jornalismo justo para adotar uma postura de oposição ferrenha e, posteriormente, de complacência com o atual governo, a grande mídia perdeu o reverência de uma parcela gigantesca da população. Hoje, qualquer tentativa de emplacar narrativas prontas esbarra no escrutínio inesperado das redes sociais e da mídia independente.
Eles pediram regulação, celebraram a exprobação de perfis conservadores e aplaudiram o silenciamento de vozes dissonantes. Agora, percebem que o monstro que ajudaram a nutrir não tem possessor. O clima de instabilidade jurídica, antes comemorado quando o fim era a direita, passou a assombrar o próprio envolvente de negócios e a segurança do país, afetando até mesmo aqueles que aplaudiam as medidas autoritárias.
O desgaste do ativismo judicial
Do lado do judiciário, o excesso de protagonismo cobrou o seu preço: a suspeição generalizada. Decisões que atropelaram o devido processo lítico, sob os aplausos da prensa tradicional, criaram precedentes perigosos. Agora, quando a crise bate à porta e as contradições do sistema ficam evidentes, a opinião pública não perdoa. O “veneno” do ativismo judicial contaminou a percepção de justiça no Brasil.
O tribunal das ruas
O que se vê hoje é um fenômeno de esvaziamento. A audiência despenca, a crédito nas instituições atinge níveis críticos e a sociedade desperta para a hipocrisia daqueles que se diziam os “salvadores da República”. Bolsonaro, que foi o fim principal de todo esse magnificência, deixou um legado: ensinou o brasílico a questionar o sistema. E é exatamente esse questionamento implacável que agora assombra a prensa e o judiciário.
O post Prelo e judiciário provam do “próprio veneno” que ajudaram a ressumbrar contra Bolsonaro apareceu primeiro em Partido Brasil.
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