O termo de um privilégio histórico gerou possante turbulência e revolta nos bastidores da Justiça Federalista. Em seguida o Supremo Tribunal Federalista (STF) suspender o pagamento de verbas indenizatórias — os conhecidos “penduricalhos” —, juízes federais passaram a proferir retaliações que vão desde uma “operação tartaruga” até a possibilidade de uma greve universal.
A medida que cortou as regalias foi proferida pelo ministro Flávio Dino, anunciada inicialmente no dia 5 de fevereiro. Na última quinta-feira (19), Dino complementou a liminar e proibiu a geração ou emprego de novas normas sobre parcelas remuneratórias que permitam aos magistrados receberem valores supra do teto previsto na Constituição Federalista. Na prática, a decisão fecha as brechas utilizadas há anos para inflar os contracheques de forma sintético.
A reação da classe foi imediata. De entendimento com informações divulgadas pela jornalista Mirelle Pinho, do portal Metrópoles, grupos de mensagens dos magistrados foram tomados por um clima de insatisfação integral.
Os juízes estariam classificando a perda das verbas extras porquê uma medida “injusta e desproporcional”. Em meio às duras críticas à decisão da Suprema Golpe, os magistrados debatem formas de pressionar o sistema, ameaçando reduzir drasticamente o ritmo de trabalho nos tribunais e até mesmo cruzar os braços de vez.
A postura expõe a dura resistência de segmento da categoria em furar mão de vantagens financeiras milionárias bancadas pelo pagador de impostos, em um incidente que retrata muito o distanciamento da veras do povo brasiliano. Uma vez que muito resume a reportagem original: é o termo da picada.
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