Jovem afirma que violação foi planejado pelo marido da vítima, que nega as acusações
A brasileira Juliana Peres Magalhães, de 25 anos, confessou ter participado da morte de sua patroa, Christine Banfield, ocorrida em fevereiro de 2023, nos Estados Unidos. O caso aconteceu em Fairfax e tem uma vez que principal indiciado Brendan Banfield, marido da vítima e ex-agente da Receita Federalista norte-americana, que nega ter matado a esposa. As informações foram divulgadas pela People Magazine.
Juliana mantinha um relacionamento extraconjugal com Brendan e é considerada a principal testemunha de arguição no processo. Depois permanecer mais de um ano sem colaborar com as autoridades, a brasileira decidiu prestar testemunho e explicar sua participação no incidente.
“A verdade precisava vir à tona”, diz brasileira
Em enunciação às autoridades, Juliana afirmou que resolveu falar porque não conseguia mais conviver com o silêncio. Segundo ela, o peso emocional foi determinante para a mudança de postura.
“O mundo merecia saber o que realmente aconteceu e eu simplesmente não conseguia velar isso para mim, a sensação de vergonha, culpa, tristeza e todos esses sentimentos”, declarou.
Planejamento teria durado meses, segundo testemunho
De conciliação com o relato da babá, o violação teria sido planejado ao longo de vários meses. Nesse período, ela e Brendan Banfield teriam discutido álibis e versões que seriam apresentadas às autoridades em seguida a morte de Christine.
Ainda conforme o testemunho, o marido da vítima teria arquitetado o homicídio com o objetivo de assumir um relacionamento com Juliana depois do violação.
Outro varão também morreu durante a ação
Além de Christine Banfield, um segundo varão morreu no incidente. Segundo a arguição, Brendan Banfield teria sido o mentor do projecto, que envolvia a simulação de uma invasão domiciliar.
As investigações apontam que Brendan teria atraído um ignoto para a residência por meio de um site de fetiches, criando um perfil falso em nome da própria esposa. O objetivo seria encenar uma situação consensual que servisse de frontaria para o violação.
Uso de perfil falso em site de fetiches
Conforme a arguição, Brendan criou um perfil no FetLife, site voltado a práticas de bondage, fingindo ser Christine. Por meio desse perfil, ele teria trocado mensagens com Joseph Ryan, marcando um encontro que incluía encenações de texto sexual violento.
Segundo Juliana, o ex-agente da Receita Federalista deixou a porta da moradia destrancada para permitir a ingressão de Ryan. Depois a chegada do varão, a situação saiu do controle e terminou de forma inevitável para ambos.
Relação para a polícia e versão inicial
Depois o ocorrido, Juliana relatou que foi ela quem ligou para a polícia, informando que Christine estava ferida e teria sido atacada por um invasor. Na sequência, Brendan se apresentou às autoridades afirmando que havia matado o suposto invasor da esposa.
Com a confissão da babá brasileira, a investigação ganhou novos contornos, reforçando a arguição de que o violação foi premeditado e cuidadosamente encenado.
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Estados Unidos
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