Apresentador da NC TV estava internado em Teresina depois quadro médico grave
O jornalista Erlan Bastos morreu neste sábado (17), aos 32 anos, em Teresina, capital do Piauí. A morte foi confirmada pela NC TV, afiliada da Band no Amapá, emissora em que ele atuava uma vez que apresentador do programa Bora Amapá.
Originário de Manaus, Erlan estava internado desde o término de dezembro do ano pretérito, depois apresentar fraqueza intensa e fortes dores no peito e no abdômen. Ele buscou atendimento médico inicialmente em Teresina, onde permaneceu hospitalizado.
Homenagem da emissora
Em nota solene, a NC TV destacou o impacto deixado por Erlan mesmo em um limitado período de atuação na emissora. Segundo o expedido, o jornalista havia chegado recentemente à equipe, mas rapidamente construiu uma presença marcante no jornalismo lugar.
“Sua presença era intensa, sua fala era direta e seu trabalho, necessário. Erlan não se acomodava. Questionava, investigava e seguia em frente, sempre com o olhar cauteloso às demandas da sociedade amapaense. Sua atuação elevou o debate público e reforçou a preço de um jornalismo independente, responsável e comprometido com o interesse coletivo”, afirmou a emissora.
A NC TV ressaltou ainda que a morte precoce do apresentador deixa um vazio na redação, nas telas e entre profissionais que veem o jornalismo uma vez que instrumento de transformação social.
Quadro médico e internação
De conformidade com informações divulgadas pela colunista Kátia Flávia, do Jornal de Brasília, os médicos inicialmente suspeitaram de tuberculose. Com a evolução negativa do quadro, no entanto, passou-se a considerar a possibilidade de cancro.
Erlan faria uma colonoscopia para aprofundar a investigação diagnóstica, mas o agravamento rápido do estado de saúde impediu a realização do revista.
Trajetória no jornalismo
Erlan Bastos iniciou a curso jornalística em Manaus e ganhou projeção vernáculo ao atuar na cobertura de celebridades em veículos ligados à Record TV. Também manteve uma pilastra no Portal Em Off.
No término de 2025, assinou contrato com a NC TV para comandar o Bora Amapá, consolidando sua atuação no jornalismo regional do Setentrião do país.
A morte do jornalista gerou comoção entre colegas de profissão, telespectadores e profissionais da notícia que acompanharam sua trajetória marcada por posicionamento crítico e linguagem direta.
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