Projecto de contingência surge em meio à maior vaga de protestos no país desde 2009
O líder supremo do Irã, Ali Khamenei, teria elaborado um projecto de contingência para deixar o país e buscar refúgio em Moscou caso a atual vaga de protestos coloque em risco a permanência do regime islâmico no poder. A informação foi divulgada pelo jornal britânico The Times, em meio ao progresso das manifestações que se espalham por cidades iranianas desde o termo de dezembro.
Segundo a reportagem, o projecto seria acionado se houver sinais claros de colapso institucional, uma vez que deserções nas forças de segurança, recusa de ordens por secção das Forças Armadas ou perda do controle da repressão estatal.
Saída de Teerã envolveria círculo restrito
De contrato com fontes citadas pelo jornal, Khamenei, de 86 anos, deixaria Teerã escoltado por um grupo reduzido de até 20 pessoas, formado por familiares e assessores próximos. Entre eles estaria seu fruto Mojtaba Khamenei, frequentemente indigitado uma vez que provável sucessor político.
“O Projecto B foi concebido para Khamenei e seu círculo mais próximo de aliados e familiares, incluindo seu fruto e herdeiro nomeado, Mojtaba”, afirmou uma natividade da perceptibilidade ocidental ao The Times.
Moscou seria o único orientação viável
Para o ex-oficial da perceptibilidade israelense Benny Sabti, a Rússia aparece uma vez que a única escolha provável em um cenário extremo. “Khamenei está fugindo para Moscou porque não tem para onde ir”, declarou.
A escolha teria sido influenciada pelo recente colapso do governo sírio. Em dezembro de 2024, o logo presidente Bashar al-Assad deixou Damasco e seguiu para Moscou em seguida forças da oposição avançarem sobre a capital. O incidente passou a ser visto por autoridades iranianas uma vez que um precedente, reforçando a percepção de que a Rússia pode atuar uma vez que refúgio de último recurso para aliados sob prenúncio.
Protestos escalam e ganham caráter político
O temor de instabilidade cresce em meio a uma vaga de protestos que começou com reivindicações econômicas e evoluiu para um movimento de oposição política oportunidade. Desde o início das manifestações, mais de 10 milénio pessoas foram presas e 490 morreram, segundo balanços divulgados por organizações e agências internacionais.
A crise econômica foi o rastilho dos atos. Em 2025, o rial iraniano perdeu murado de metade de seu valor frente ao dólar, afetando importadores, comerciantes e o orçamento das famílias.
Maior mobilização contra o regime em mais de uma dezena
As manifestações já são consideradas as maiores desde 2009. Protestos foram registrados em 25 das 31 províncias iranianas, de contrato com levantamento da dependência AFP, evidenciando o alcance pátrio do movimento.
Com o passar dos dias, os atos passaram a exigir explicitamente a queda do regime islâmico, que governa o país há mais de três décadas.
Reação dura do governo e acusações externas
Na sexta-feira (9), Khamenei afirmou que o governo “não vai recuar” diante da escalada dos protestos. Em pronunciamento transmitido pela TV estatal, o líder supremo classificou os manifestantes uma vez que “vândalos” e “sabotadores”.
A Guarda Revolucionária declarou que irá proteger bens públicos, enquanto instituições religiosas intensificaram a repressão. A mídia estatal informou que um prédio municipal foi incendiado em Karaj, a oeste de Teerã, e exibiu imagens de funerais de agentes de segurança mortos em confrontos em outras cidades.
O governo iraniano acusa Estados Unidos e Israel de estimularem os protestos. As declarações ocorreram em seguida o presidente americano Donald Trump enunciar um novo alerta aos líderes do Irã. O secretário de Estado, Marco Rubio, disse que Washington apoia o que chamou de “o indomável povo do Irã”.
Internet bloqueada e clima de tensão contínua
As autoridades mantêm restrições ao aproximação à internet, dificultando a verificação independente dos acontecimentos. O Tropa, subordinado diretamente a Khamenei, afirmou que seguirá protegendo os interesses nacionais, a infraestrutura estratégica e os bens públicos, enquanto os protestos continuam sem sinais de esfriamento.
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