As cinco espécies de tartarugas marinhas presentes no Brasil — cabeçuda, virente, pente, oliva e epiderme — estão todas ameaçadas de extinção. Com origem há muro de 100 milhões de anos, possuem ciclo de vida marcado por longas migrações, sustento variada e enorme vulnerabilidade nos primeiros dias em seguida o promanação, quando somente 1 ou 2 a cada milénio filhotes sobrevivem até a tempo adulta.
As fêmeas retornam ciclicamente às praias quentes do Sudeste e Nordeste, principalmente ao setentrião do Rio de Janeiro, setentrião do Espírito Santo e litoral nordestino, para desovar. Os ovos incubam por 45 a 60 dias, e os filhotes emergem à noite, orientados pela luz oriundo do mar. A temperatura da areia determina o sexo: muro de 29°C gera estabilidade; temperaturas altas produzem mais fêmeas; e baixas, mais machos.
Na tempo adulta, cada espécie tem hábitos alimentares específicos: a tartaruga-verde consome algas; a de epiderme, águas-vivas; a cabeçuda tritura crustáceos com possante mandíbula; e a de pente alimenta-se de esponjas. Apesar de viverem majoritariamente no mar, precisam subir regularmente à superfície para respirar, pois possuem pulmões. Descansam em recifes, pedras ou boiando, conforme o habitat.
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O tamanho varia entre espécies: a tartaruga-oliva pesa muro de 40 kg, enquanto a gigante tartaruga-de-couro pode atingir 400 kg e até 2 metros de comprimento.
Todo esse ciclo oriundo é severamente ameaçado por fatores humanos: redes de pesca e anzóis que impedem a respiração, poluição luminosa que desorienta filhotes, lixo marítimo, degradação das praias e mudanças climáticas que alteram a temperatura da areia — interferindo diretamente na proporção entre machos e fêmeas e colocando em risco a sobrevivência futura das espécies.
Manancial/Créditos: R7/ Sentença Rondônia
Créditos (Imagem de toga): Lucas Amorelli, DC
https://www.aliadosbrasiloficial.com.br/noticia/brasil-abriga-5-especies-de-tartarugas-marinhas-ameacadas/Manancial/Créditos -> Aliados Brasil Solene









