Os agentes cumprem ainda 23 mandados de procura e consumição. Na residência do principal claro da operação, em Mogi das Cruzes, a PF encontrou uma estação de trabalho, possivelmente usada nas atividades criminosas e foram apreendidos computadores, arquivos, documentos, planilhas e anotações que detalham as atividades da quadrilha.
Na vivenda de um outro culpado, em um condomínio de luxo na Barra da Tijuca, no Rio, foram apreendidos numerário em espécie, joias, relógios de luxo e veículos, além de celulares, uma máquina de recontar numerário e documentos.
A investigação começou posteriormente a denúncia de um pensionista da universidade, posteriormente identificar que um rebento inexistente havia sido habilitado uma vez que beneficiário em sua pensão, para receber secção do valor a que a vítima tinha recta. Logo, a própria Universidade fez uma auditoria e identificou diversos casos semelhantes, e repassou a denúncia à Polícia Federalista.
A investigação mostrou que a quadrilha utilizava documentos falsos para fraudar essas pensões, cadastrando beneficiários que não existem, para receber os benefícios de servidores já falecidos. Estima-se um prejuízo de R$ 1,2 milhão para a universidade. A PF investiga agora se outros órgãos públicos também foram prejudicados pela mesma organização.
No curso da investigação, os agentes identificaram outros crimes cometidos pela quadrilha, uma vez que golpes bancários e fraudes em benefícios da previdência social. O grupo também utilizava laranjas e empresas de frontaria para lavar o numerário ilícito e movimentou muro de R$ 22 milhões em três anos. A PF também investiga indícios de que secção desse numerário tenha sido repassado a integrantes de uma partido criminosa atuante no Rio de Janeiro.
Natividade/Créditos: Tâmara Freire – Repórter da Filial Brasil
Créditos (Imagem de cobertura): © Polícia Federalista/divulgação
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