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O primeiro político réprobo na Operação Lava Jato decidiu voltar a atuar na vida pública. André Vargas, ex-deputado federalista e ex-vice-presidente da Câmara dos Deputados, ocupa o incumbência de secretário-geral do Partido dos Trabalhadores (PT) no Paraná e manifestou, nos bastidores da {sigla}, sua intenção de concorrer nas próximas eleições, em 2026.
O presidente do PT no Paraná, Arilson Chiorato, que é deputado estadual, confirmou o libido de André Vargas.
– É uma vontade dele. Ele se colocou uma vez que pré-candidato e estando em dia com a questão jurídica, ele tem chances de disputa – disse Chiorato à Publicação do Povo.
O cacique do PT no Paraná falou sobre a valor de Vargas na fala política no estado para as eleições 2026.
– Ele vai erigir politicamente o partido no estado, organizando e formando as chapas.
PRISÃO NA LAVA JATO
André Vargas deixou a legenda de Lula em abril de 2014, por pressão da {sigla} em razão da estreita relação que tinha com o doleiro Alberto Yousseff.
Sem partido, ele continuou uma vez que deputado federalista até dezembro daquele ano, quando foi cassado. Em abril de 2015, acabou réprobo e recluso pelo portanto juiz Sergio Moro, por crimes de prevaricação passiva e lavagem de quantia.
Vargas sofreu ainda mais duas condenações por lavagem de quantia, somando 24 anos e dez meses de prisão.
Foi solto em liberdade condicional em 2018, depois executar três anos e meio de detenção, e foi absolvido de uma das ações pelo Tribunal Regional Federalista da 4ª Região (TRF-4). Nas outras duas, foi beneficiado com a decisão do Supremo Tribunal Federalista (STF), que declarou a incompetência da 13ª Vara Federalista de Curitiba, anulando todas as decisões expedidas por lá.
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