As denúncias vieram a público em 2024, com Antônia Fontenelle, mas passou a ser considerada em 6 de agosto, quando Felca, que possui mais de 4 milhões de inscritos no YouTube, publicou vídeo mencionando a atuação de Hytalo. Desde portanto, a Justiça da Paraíba determinou medidas judiciais, incluindo mandados de procura e mortificação e a suspensão das contas do influenciador.
Entre as determinações, está o bloqueio do aproximação de Hytalo às próprias redes sociais e a desmonetização de vídeos já publicados. A promotora do MPPB Ana Maria França solicitou ainda que os conteúdos não possam gerar retorno financeiro. A decisão da Justiça também proibiu que o influenciador mantenha contato com os adolescentes citados nos processos, em caráter provisório.
Na quinta-feira (14), a Justiça determinou a mortificação de celulares e de um computador na residência de Hytalo, em João Pessoa. A ordem judicial autorizava inclusive o rombudo em caso de resistência. Um dia antes, policiais já haviam cumprido mandado no mesmo endereço, mas encontraram o imóvel fechado.
A resguardo do influenciador afirma que ele não foi notificado previamente sobre a operação por se tratar de medida sigilosa e nega as acusações. “[Hytalo] reitera que nunca compactuou com qualquer ato atentatório à pundonor de crianças e adolescentes e que tudo restará definitivamente provado no curso da investigação e perante o público que nele confia e o acompanha nas redes sociais”, diz nota enviada.
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