Além da inovação tecnológica, a escolha de reviver o nome Vine carrega uma estratégia de memória afetiva. Lançado originalmente em 2013, o Vine foi um fenômeno global foi pioneiro na subida de diversos influenciadores digitais, inclusive no Brasil.
Entre os nomes que despontaram na plataforma está Lucas Rangel, que se tornou um dos maiores criadores de teor do país justamente com os vídeos curtos publicados no Vine. Outros influenciadores que também ganharam projeção pátrio a partir da rede foram Maju Trindade, Christian Figueiredo, Thaynara OG e Maíra Medeiros. Com vídeos de até 6 segundos, o Vine forçava a originalidade, o timing cômico e a viralização orgânica.
Internamente, fãs da antiga plataforma e entusiastas de teor do dedo passaram a especular sobre o verosímil retorno desses nomes ou o surgimento de uma novidade geração de “viners” alimentados por IA. A aposta de Musk é justamente essa: combinar a nostalgia de uma rede que moldou o do dedo com a tecnologia de ponta da lucidez sintético, criando um resultado competitivo num momento subjugado por plataformas asiáticas e gigantes da Big Tech.
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