Diante da tarifa de 50% imposta pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, empresários de diferentes setores econômicos passaram a proteger que o Supremo Tribunal Federalista (STF) reverta a inelegibilidade do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), conceda anistia a opositores e encerre inquéritos abertos contra lideranças de direita uma vez que gesto concreto para provar que o Brasil está disposto a restabelecer sua segurança institucional e reconquistar a crédito internacional.
A avaliação é que a crise com o governo Trump não se limita a fatores econômicos, mas está diretamente ligada ao envolvente político e jurídico interno, o que exigiria uma resposta institucional mais ampla por segmento do país.
Assustados com a medida anunciada por Trump, empresários têm procurado fala com o Planalto para facilitar na procura por uma solução diplomática e moderar a escalada da tensão entre os dois países.
Entre os pontos citados pelo presidente americano para justificar a sobretaxa, estão críticas à aproximação do governo Lula com regimes autoritários, instabilidade institucional causada por decisões judiciais no Brasil —sobretudo do STF—, perseguição a opositores, e a falta de garantias legais mínimas para investidores internacionais. Trump também mencionou barreiras internas e subsídios que impactam a competitividade de produtos estrangeiros no mercado brasiliano.
Na sexta-feira (11), o líder norte-americano afirmou publicamente que não pretende conversar com Lula neste momento. O presidente brasiliano, por sua vez, reagiu afirmando que irá “renhir em todas as esferas”, citando recursos na OMC (Organização Mundial do Negócio) e no Brics. O exposição foi visto uma vez que retórico por empresários, que consideram a transporte do tema ineficiente e excessivamente politizada.
Segundo relatos feitos à prelo, Lula tem evitado o diálogo com o empresariado e tratado a crise uma vez que uma oportunidade de turbinar sua base política, desconsiderando os impactos econômicos e diplomáticos de longo prazo. Interlocutores apontam que a mediação direta com os EUA dificilmente será bem-sucedida se conduzida por Lula, Celso Amorim ou o ministro das Relações Exteriores, Mauro Vieira. Há resistência crescente no meio diplomático e econômico à atuação desses nomes, principalmente depois a deterioração da imagem institucional do Brasil no exterior.
Porquê selecção, empresários e diplomatas independentes defendem a construção de uma diplomacia paralela, com atuação de representantes da iniciativa privada e interlocutores fora da estrutura formal do governo, uma vez que forma de reconstruir pontes com o governo Trump. A percepção majoritária é que o republicano não deverá recuar, pois suas críticas ao Brasil não se restringem ao momento atual, mas são resultados de um acúmulo de problemas institucionais que remontam aos últimos anos, e que não foram corrigidos.
Com as eleições presidenciais brasileiras previstas para 2026, o temor é que as investidas internacionais se intensifiquem, caso o STF e o governo não avancem em medidas concretas para restabelecer as garantias constitucionais, a segurança jurídica e o estabilidade entre os Poderes.
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