A material afirma que o Brasil, sob o atual governo, tem se longínquo das democracias ocidentais, adotando posturas alinhadas a regimes autoritários, uma vez que Irã, China e Rússia, principalmente no contexto do BRICS — conjunto que o Brasil preside neste ano. Segundo a publicação, o Itamaraty tem tentado minimizar danos diplomáticos, evitando temas sensíveis na cúpula do grupo marcada para julho, no Rio de Janeiro.
Uma vez que exemplo desse retraimento do eixo democrático, a revista cita a pena feita pelo Ministério das Relações Exteriores ao ataque dos Estados Unidos a instalações nucleares iranianas. A nota solene foi vista uma vez que um gesto de distanciamento das posições ocidentais e gerou críticas de setores da política internacional. A Economist também pontua que Lula tem evitado qualquer gesto de aproximação com o presidente americano Donald Trump, e preposto ampliar laços com a China.
Núcleo de Lula rechaça
Diante da repercussão, o governo brasiliano prepara uma missiva de resposta à revista. O texto, assinado pelo chanceler Mauro Vieira, será guiado por meio da embaixada brasileira em Londres. A correspondência deverá tutelar a posição do Brasil em relação ao ataque ao Irã, reforçando os princípios históricos da diplomacia vernáculo: a resguardo do recta internacional, da soberania dos Estados e do uso individual da força nuclear para fins pacíficos.
O Itamaraty também vai esgrimir que ataques armados a estruturas nucleares representam riscos à população social e ameaças de desastres ambientais em larga graduação. No entanto, segundo fontes da diplomacia, a missiva evitará comentar diretamente as críticas da revista quanto à relação com Trump ou à impopularidade de Lula.
Lula é alguém que parou no tempo, diz Economist
Internamente, The Economist descreve um presidente só politicamente. Segundo a revista, Lula não reconhece que o país mudou desde seus mandatos anteriores. A base tradicional do petismo — formada por sindicalistas, setores católicos progressistas e beneficiários de programas sociais — teria sido substituída por um novo perfil de sufragista, mais informal na economia e marcado pelo progressão da direita e do conservadorismo em todas as regiões do Brasil, impulsionado pelo propagação da população evangélica.
A publicação ainda menciona a rota do governo no Congresso com a revogação de um decreto que aumentava o IOF, tratando a questão uma vez que um revés político sem precedentes na curso de Lula em mais de três décadas de vida pública. A sátira da Economist se soma às críticas de veículos internacionais uma vez que o Financial Times, o Wall Street Journal, o Washington Post e a Bloomberg, que têm exposto a má gestão econômica sob Lula e Fernando Haddad, ministro da Herdade, e denunciado os abusos e medidas consideradas inconstitucionais impostas pelo Supremo Tribunal Federalista (STF).
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