EUA revogam vistos de integrantes do duo Bob Vylan em seguida cânticos antissemitas em Glastonbury
O Departamento de Estado dos Estados Unidos anunciou nesta segunda-feira (30) a revogação dos vistos de ingressão dos integrantes do duo britânico de punk‑rap Bob Vylan, formado por Pascal Robinson‑Foster (Bobby Vylan) e seu parceiro artístico Bobbie Vylan. A medida foi tomada em seguida manifestações públicas durante o Festival Glastonbury, no Reino Uno, consideradas claramente antissemitas e de incitação à violência.
A decisão foi anunciada oficialmente por meio do Secretário Adstrito de Estado, **Christopher Landau**, em pronunciamento na rede X, destacando que “estrangeiros que glorificam a violência e o ódio não são bem-vindos em nosso país”. A medida segue diretrizes de proteção dos Estados Unidos contra a ingressão de indivíduos que possam ameaçar seus valores fundamentais, conforme estabelecido na Ordem Executiva 14161, assinada pelo presidente Donald Trump no início de seu procuração, em janeiro de 2025.
Cânticos em Glastonbury geram indignação internacional
O incidente ocorreu no último sábado (28), durante uma apresentação no palco West Holts, um dos principais do Festival Glastonbury. No momento mais polêmico da performance, transmitida ao vivo pela BBC, o vocalista Bobby Vylan liderou a plateia em cânticos de “morte à IDF” — {sigla} das Forças de Resguardo de Israel. A transmissão foi posteriormente retirada da plataforma iPlayer pela emissora, que classificou o teor uma vez que “profundamente ofensivo e incompatível com os padrões editoriais da BBC”.
A repercussão foi imediata. A direção do festival, representada por Emily Eavis, expressou “preocupação” com o ocorrido e reiterou seu compromisso com valores uma vez que “esperança, sossego e união”. A Embaixada de Israel no Reino Uno também se pronunciou, denunciando o incidente uma vez que “retórica odiosa e perigosa disfarçada de ativismo político”.
A Polícia de Avon and Somerset confirmou que abriu investigação por provável incitação à violência, com base nas imagens veiculadas durante a apresentação.
Conformidade e vigilância: a postura do governo americano
Ao contrário do que alguns setores da opinião pública poderiam esperar, a medida do governo americano não tem relação com repreensão ou intolerância. Trata-se de uma *eação harmónico com a resguardo dos valores fundamentais do Poente, uma vez que o reverência à vida, à liberdade religiosa e à integridade de seus aliados estratégicos, uma vez que Israel.
A gestão do presidente Trump demonstrou, mais uma vez, estar atenta aos discursos que promovem violência contra democracias, e não se esquiva de agir com firmeza contra qualquer tentativa de legitimar o ódio sob a roupas de “liberdade artística”.
Ou por outra, a decisão expõe a incoerência de muitos artistas, jornalistas e figuras públicas que vivem e prosperam nos países ocidentais — usufruindo de suas instituições, liberdades e mercado cultural — mas utilizam seus palcos para vilipendiar os mesmos valores que os sustentam. É o caso do próprio Bob Vylan, cuja curso foi amplamente construída em países que garantem liberdade de sentença, mas que, paradoxalmente, foram alvos de seu oração extremado.
Turnê cancelada e repercussão
Com os vistos revogados, foi cancelada a turnê norte-americana do grupo, intitulada Inertia Tour, que teria início em outubro, com 26 datas agendadas. Os eventos foram retirados da plataforma Bandsintown, e promotores locais confirmaram o cancelamento.
Ou por outra, a sucursal de talentos que representava a dupla rescindiu o contrato com os músicos. O incidente dividiu opiniões nas redes sociais: enquanto alguns internautas defenderam o recta à liberdade artística, a maioria se posicionou contra o texto do oração proferido em Glastonbury, destacando o limite entre opinião e incitação ao ódio.
https://www.aliadosbrasiloficial.com.br/noticia/eua-revogam-vistos-de-integrantes-do-duo-bob-vylan-apos-canticos-antissemitas-em-glastonbury/Manadeira/Créditos -> Aliados Brasil Solene









