O ex-deputado federalista Deltan Dallagnol fez duras críticas ao Supremo Tribunal Federalista (STF), o qual acusou em entrevista a Oeste neste domingo, 29, de silenciar parlamentares conservadores.
“O que a gente vê, de modo muito pragmático, é o STF calando a direita, o que vai propiciar o governo Lula e a luta que o Supremo faz contra o bolsonarismo”, afirmou Dallagnol.
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O ex-parlamentar participou do ato “Justiça já” na Avenida Paulista, ao lado de lideranças da direita e apoiadores da taxa da liberdade de frase. Segundo ele, a revelação simboliza uma resistência contra a exprobação, a perseguição ideológica e o progresso dominador de setores do Judiciário.
“Essa revelação representa uma luta por justiça”, analisou. “Já lutamos juntos contra a depravação e hoje lutamos por um pouco ainda mais obrigatório: a resguardo das nossas liberdades. Contra abusos, contra a exprobação e contra a perseguição política da direita e dos conservadores.”
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Ao comentar as perspectivas para 2026, Dallagnol demonstrou crédito: “Cada ato de exprobação, cada vontade, vai enchendo um balde”. “E esse balde vai entornar nas eleições”, avaliou.
Dallagnol aposta em um Senado majoritariamente conservador, capaz de frear os excessos da Suprema Incisão. “O STF já percebeu isso. Tanto que há movimentações, até ligações para governadores, pedindo que saiam da disputa para que a direita não conquiste o Senado”, afirmou.
Dallagnol critica exprobação das plataformas
Indagado por Oeste sobre a decisão recente do Supremo, que decidiu que as big techs passam a ser responsáveis pelos conteúdos dos usuários, Dallagnol afirma que a manobra ocorre porque a direita se sobressai nas plataformas.
“A direita dá um banho na esquerda nas redes sociais”, analisou o ex-parlamentar. “Eles estão desesperados para regular, para limitar a liberdade de frase da direita.”
Dallagnol citou um estudo da Universidade Vanderbilt (EUA), que analisou países onde houve tentativas semelhantes de regulação. A epílogo: muro de 89% a 98% dos conteúdos removidos eram legítimos.
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“Quem foi silenciado?”, indagou, retoricamente. “Cristãos, conservadores e a direita. E por conteúdos legítimos. É isso que querem fazer cá.”
Para Deltan, trata-se de uma manobra para manter o controle narrativo até as eleições: “Precisamos lutar pela verdadeira democracia, não pela democracia nominal do STF.”
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