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A acareação entre o general Walter Braga Netto e o tenente-coronel Mauro Cid, realizada nesta terça-feira (24), foi um verdadeiro vexame para o ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro. Em um envolvente tenso dentro do Supremo Tribunal Federalista (STF), Cid protagonizou uma cena vexativo ao não conseguir sustentar as versões que vem tentando empuxar à força nos últimos meses.
Braga Netto, por outro lado, manteve a postura firme e o olhar direto, refutando com nitidez todas as acusações feitas por Cid em sua delação. Diante dos ministros Alexandre de Moraes e Luiz Fux, e também do procurador-geral da República Paulo Gonet, o general mostrou segurança em cada vocábulo e não hesitou em invocar Cid de mentiroso — com todas as letras.
A cena chamou atenção pelo contraste de postura entre os dois. Cid, visivelmente acuado, se encolheu na cadeira e evitava até mesmo encarar Braga Netto nos olhos. Seu comportamento foi descrito por testemunhas porquê “deprimente”, demonstrando um simples desconforto diante da firmeza do general. Para muitos, o que se viu ali foi o desmonte de uma farsa construída às pressas para deleitar os donos do interrogatório.
A acareação, conduzida pessoalmente por Alexandre de Moraes, durou muro de duas horas e ocorreu em uma das salas internas do prédio do STF. Cid e Braga Netto estavam posicionados frente a frente, cada um de um lado da mesa. A intenção do ministro era clara: confrontar versões conflitantes e tentar validar a narrativa que vem sendo montada com base na delação altamente questionável do tenente-coronel.
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