A ButanVac, anunciada pelo logo governador de São Paulo, João Doria, uma vez que uma vacina “100% brasileira” contra a COVID-19, acabou custando ao Instituto Butantan tapume de R$ 61,4 milhões. No entanto, depois três anos de desenvolvimento e testes, a vacina não atingiu os critérios de sucesso necessários para continuar para os ensaios de tempo 3, falhando em gerar a quantidade esperada de anticorpos nos participantes dos estudos de tempo 2.
Os testes clínicos da ButanVac foram interrompidos em agosto, depois não conseguir provar eficiência na produção de anticorpos conforme os parâmetros estabelecidos pelos ensaios. O objetivo era que a vacina induzisse uma produção de anticorpos quatro vezes maior do que o nível basal, mas exclusivamente dobrou essa quantidade, ficando inferior do esperado.
Apesar do investimento e da expectativa inicial de que a ButanVac poderia contribuir significativamente para a imunização contra a COVID-19 no Brasil, a vacina não cumpriu as metas de eficiência previstas.
O Instituto Butantan, responsável pelo desenvolvimento da vacina, argumentou que o investimento não foi exclusivamente na ButanVac, mas também ajudou a aprimorar a infraestrutura tecnológica e industrial do instituto para o desenvolvimento de futuros imunizantes.
A promessa da ButanVac foi anunciada em 2021, com a perspectiva de que seria uma solução pátrio para a pandemia, utilizando tecnologia baseada em vírus inativado da doença de Newcastle. A vacina enfrentou críticas desde o início, principalmente depois ser revelado que secção da tecnologia utilizada vinha dos Estados Unidos, o que contradizia a argumento de ser totalmente pátrio.
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