A Igreja Núcleo da Fé Noroeste, em Brasília, foi pichada com ofensas em seguida a vitória de Lula. O pastor Ibi Batista registrou ocorrência policial.
Por ContraFatos 27/10/2026 Atualizado em 27/10/2026
Pastor Ibi Batista registrou ocorrência e diz que vai cobrar a responsabilização dos autores do ataque à Igreja Núcleo da Fé Noroeste
A Igreja Núcleo da Fé Noroeste, em Brasília (DF), amanheceu pichada com mensagens uma vez que “Deus é gay” e “nazistas” em seguida a vitória de Lula (PT). O pastor Ibi Batista repudiou o ataque e registrou ocorrência policial. Ele afirmou que pretende cobrar a investigação do caso e a responsabilização dos autores.
Pastor fala em agressão à fé cristã
Em sintoma, o líder religioso classificou as pichações uma vez que uma agressão à fé cristã. Ele defendeu o reverência à liberdade religiosa e disse que a instituição pretende recorrer aos meios legais para buscar justiça.
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Ibi Batista também fez uma enunciação sobre o incidente:
“Picharam a nossa igreja Núcleo da Fé Noroeste com palavras horríveis, agredindo aquilo que temos de mais valedoiro: a nossa fé. Recebemos esse ataque com profunda indignação e já registramos ocorrência na delegacia, denunciando o que entendemos ser perseguição e ódio à fé cristã”, declarou o pastor.
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Outro caso durante a disputa eleitoral
O incidente em Brasília não foi o único envolvendo uma igreja evangélica no período da disputa eleitoral. Em Ribeirão das Neves (MG), a Igreja Lagoinha Justinópolis teve a frontaria coberta por cartazes com mensagens políticas contra a instituição e o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ). O caso foi registrado no último sábado (24).
Entre as publicações, havia imagens religiosas acompanhadas de críticas a posições políticas. Os cartazes também atribuíam ao senador propostas para completar com a aposentadoria, o Mercê de Prestação Continuada (BPC), as férias remuneradas e os reajustes do salário mínimo. As alegações foram classificadas uma vez que falsas.
Igreja Lagoinha emite nota de repúdio
Em nota de repúdio, a Igreja Lagoinha Justinópolis criticou o uso da frontaria para manifestações políticas e defendeu a preservação do espaço para atividades religiosas.
“Nossa igreja é lugar de homenagem, confraria, reza e proclamação da Termo de Deus. Grudar publicações de cunho político em nossa frontaria, com mensagens contra qualquer figura pública ou fé, é desrespeitar um espaço que deve ser preservado”, declarou a instituição.