Um novo relato apresentado à Polícia Federalista trouxe à tona uma suposta conexão envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, e integrantes do governo federalista.
Segundo informações divulgadas pelo Jornal da Cidade Online, um informante ouvido pela PF afirmou que Swedenberger Barbosa, sabido uma vez que Berger, teria facilitado o entrada de Lulinha ao Ministério da Saúde. Na idade mencionada no prova, Berger ocupava o função de secretário-executivo da pasta. Atualmente, ele trabalha no Palácio do Planalto uma vez que director do Gabinete Apenso de Gestão Interna do Gabinete Pessoal do presidente Lula.
Suposta rede de entrada
Ainda de convénio com o relato, Berger e Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, ex-chefe de gabinete de Lula, teriam funcionado uma vez que canais de entrada ao Ministério da Saúde para Lulinha, além da empresária Roberta Luchsinger e do empresário Antonio Camilo Antunes, sabido uma vez que “Careca do INSS”.
O caso ganhou maior repercussão posteriormente informações sobre supostos pagamentos realizados por Roberta Luchsinger a Marcola. Ele permaneceu uma vez que director de gabinete de Lula durante o atual governo e deixou a função em 21 de julho deste ano, segundo a publicação.
Relatos também citam o “Careca do INSS”
Nos depoimentos prestados à Polícia Federalista em 2025, o informante também teria afirmado que Antonio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, fazia pagamentos periódicos a Lulinha em troca de entrada a órgãos ligados à dimensão da saúde.
Segundo a versão apresentada à PF, o objetivo seria facilitar a comercialização de produtos relacionados ao canabidiol.
É importante ressaltar, porém, que as acusações são contestadas pelas pessoas citadas. As defesas de Camilo, Lulinha e Roberta Luchsinger negam as acusações apresentadas nos depoimentos.
Berger segue no Palácio do Planalto
A situação labareda atenção também pela atual posição de Swedenberger Barbosa. Conforme o material, Berger permanece no Palácio do Planalto, onde exerce a função de director do Gabinete Apenso de Gestão Interna do Gabinete Pessoal do presidente Lula.
Por enquanto, o que existe é o relato de um informante apresentado à Polícia Federalista, e não uma comprovação definitiva das acusações. O teor deverá ser analisado no contexto das investigações e das demais provas eventualmente reunidas pelas autoridades.
A revelação acrescenta mais um capítulo às investigações que envolvem Lulinha, Roberta Luchsinger, Marcola e o chamado “Careca do INSS”, colocando novamente no meio das atenções as relações e os acessos de pessoas próximas ao governo federalista.