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“Nenhum deputado nem da base nem fora da base teve tanta emenda e tanta presença no governo quanto ele. Se eu fosse partir para essa coisa de ataque de família, diria que ele usou o roupa de Gleisi ser ministra da pronunciação política do governo Lula para liberar emendas para base dele em detrimento do conjunto dos deputados da base no Rio de Janeiro”, comentou o vice-presidente pátrio do PT.
Quaquá rebate críticas sobre número de urna e ataca postura do dedo de correligionários
A polêmica começou depois Lindbergh Farias criticar publicamente a decisão de Quaquá de transferir o número de urna 1313 ao rebento, Diego Quaquá, que atualmente preside o PT no estado do Rio de Janeiro. O prefeito de Maricá reagiu com firmeza e questionou a pertinência das críticas.
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“Sempre agi cá na democracia. Muitos do PT hoje só sabem trabalhar na internet. O número 1313 é do meu procuração. O nosso grupo politico continua com o número 1313. É mais do que oriundo que o presidente do PT do Estado, que é Diego Quaquá, meu rebento, tenha o número em que disputamos a eleição passada. Não entendi essas críticas”, afirmou Washington Quaquá.
Denúncia de dificuldades com emendas durante gestão de Gleisi
Além de responder às críticas sobre o número de urna, Quaquá foi além e revelou que enfrentou obstáculos para ter suas próprias emendas liberadas durante o período em que Gleisi Hoffmann esteve avante do Ministério das Relações Institucionais. A delação reforça a percepção de que há um racha significativo dentro do partido no estado fluminense.
“É só dar uma olhada na rede social deles que você vai ver o quanto eles entregaram de trator, de emenda. Ficaram ali pendurados no governo federalista. Tive as minhas [emendas] sem serem liberadas. E muitos deputados do PT ou da base reclamam do roupa de eles terem monopolizado o governo cá no Rio de Janeiro”, declarou.
Uso da máquina federalista em xeque
Washington Quaquá ainda afirmou que Lindbergh “usou muito a máquina do governo federalista” no Rio de Janeiro, uma delação que, vinda de um vice-presidente pátrio do próprio partido, evidencia o proporção de desgaste nas relações internas do PT. A fala sugere que a insatisfação não se restringe a Quaquá, mas atinge outros deputados da base governista no estado, que também teriam se sentido preteridos na distribuição de recursos.
O incidente expõe uma crise interna que pode ter desdobramentos nas articulações do partido para as eleições de 2026, mormente no Rio de Janeiro, onde as disputas por espaço político e chegada a recursos federais seguem acirradas.
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https://www.contrafatos.com.br/crise-interna-no-pt-quaqua-acusa-gleisi-e-lindbergh-de-monopolizar-emendas-no-rio-de-janeiro//Manadeira/Créditos -> CONTRA FATOS
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