PF alega falta de efetivo ao STF e solicita prazo suplementar para concluir estudo de provas contra Lulinha na Operação Sem Desconto sobre fraudes no…
Por ContraFatos 29/06/2026 Atualizado em 29/06/2026
Falta de efetivo é apontada uma vez que principal travanca para peroração das perícias na Operação Sem Desconto
A escassez de servidores na Polícia Federalista está atrasando a estudo do material apreendido envolvendo Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, rebento do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A corporação comunicou ao ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federalista (STF), que precisa de mais tempo para concluir o trabalho pericial no contexto da Operação Sem Desconto, que investiga fraudes no Instituto Pátrio do Seguro Social (INSS).
Somente 11 servidores atuam em investigação que demandaria mais de 40
De conformidade com as informações repassadas ao STF no último dia 9, a PF conta com somente 11 servidores dedicados ao caso, quando seriam necessários mais de 40 para dar conta do volume de trabalho. Até o momento, muro de 40% dos aproximadamente 1.700 itens apreendidos foram analisados pela corporação.
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O prazo previsto para finalizar a perícia dos materiais recolhidos dos investigados presos é de até 30 dias. Já para os equipamentos apreendidos dos demais alvos da operação, a estimativa é de até seis meses para a peroração.
Quebra de sigilos de Lulinha aguarda avaliação
Entre as diligências ainda pendentes está a avaliação da quebra dos sigilos bancário, fiscal e telemático do rebento do presidente, medida que havia sido autorizada pelo ministro André Mendonça em fevereiro. A estudo desses dados é considerada peça médio na investigação sobre eventuais conexões de Lulinha com o esquema de fraudes no INSS.
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Ministro do STF ofídio facilidade e questiona ritmo da apuração
André Mendonça havia fixado prazo de 60 dias para que a Polícia Federalista concluísse a perícia de celulares, computadores, HDs, pen drives e outros equipamentos apreendidos com investigados presos e alvos de medidas restritivas. O ministro considerou lenta a transporte da investigação e cobrou maior ligeireza da corporação.
Além da exigência de rapidez, Mendonça determinou que a PF mantivesse a equipe responsável pelo caso e apresentasse justificativas formais sempre que houvesse alterações no grupo de investigadores. Na avaliação do ministro, as trocas de integrantes da equipe contribuíram para retardar o curso da operação.
Troca de solicitador gera preocupação no STF
Mesmo diante da lei judicial para preservar a elaboração da equipe, a Polícia Federalista informou que o solicitador responsável pela Operação Sem Desconto precisou deixar a investigação para retornar à sua região de origem. As mudanças no comando do questionário reforçam a preocupação do STF com possíveis interferências no ritmo das apurações.
O caso envolve uma ampla rede de fraudes no INSS, e a verosímil relação de Lulinha com investigados — incluindo o chamado “Careca do INSS” — tem mantido o questionário sob possante atenção política e judicial.
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