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A tensão acumulada ao longo das falhas de San Andreas e San Jacinto, no sul da Califórnia, atingiu — e em alguns pontos ultrapassou — o maior nível dos últimos milénio anos.
É isso o que aponta um estudo publicado neste mês na revista científica “Journal of Geophysical Research: Solid Earth”, que reconstruiu por computador a história de terremotos da região para prezar quanta vigor está represada hoje nessas falhas.
➡️ ENTENDA: A San Andreas é uma das falhas geológicas mais conhecidas e temidas do mundo. Com tapume de 1,3 milénio quilômetros de extensão, ela marca o limite entre duas grandes placas tectônicas — a do Pacífico e a da América do Setentrião — e está por trás de tremores históricos, porquê o que destruiu boa secção de São Francisco em 1906 (veja INFOGRÁFICO aquém).
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Há décadas, cientistas e moradores convivem na região com a expectativa do chamado “Big One“, o grande terremoto que se espera para o oeste dos Estados Unidos.
A dimensão analisada pelo trabalho está entre as mais povoadas dos Estados Unidos e concentra uma infraestrutura forçoso no sul da Califórnia.
Ela inclui Los Angeles, a segunda maior cidade do país, além de cidades porquê San Bernardino e Riverside, no interno da região metropolitana, e o Vale de Coachella, sabido por cidades porquê Palm Springs.
❌ Ainda assim, os autores evitam leituras catastróficas e ressaltam que o trabalho não é uma previsão e NÃO aponta data para um grande terremoto.
“Isso não significa que as falhas precisam se romper imediatamente ou em breve, e não nos dá uma data, um ano ou uma narração regressiva para o próximo terremoto”, afirmou ao g1 a geofísica Liliane Burkhard, da Universidade de Berna, na Suíça, que liderou o estudo.
Para chegar a essas conclusões, Burkhard e seus colegas criaram um padrão para simular porquê a tensão se acumula e é liberada nas falhas ao longo do tempo.
O programa reuniu tapume de milénio anos de registros sísmicos, reconstruídos a partir de evidências geológicas, porquê sedimentos deslocados e anéis de prolongamento de árvores.
Os resultados, mas, são estimativas do padrão, e não medições diretas feitas no interno da Terreno. Os cálculos dependem de fatores porquê a velocidade de deslocamento das falhas, a profundidade em que permanecem travadas e as características das rochas.
Burkhard explica que, embora as placas tectônicas do Pacífico e da América do Setentrião se desloquem alguns centímetros por ano, esse movimento não ocorre de maneira uniforme. Em alguns trechos, o atrito mantém as rochas travadas e impede o deslizamento das placas.
Com isso, a deformação aumenta pouco a pouco nessas áreas. Aí quando a resistência das rochas é superada, o trecho bloqueado se rompe e libera secção da vigor acumulada na forma de um terremoto.
No sul da omissão de San Andreas, o último grande rompimento, por exemplo, ocorreu em 1857, no terremoto de Fort Tejon, de magnitude 7,9.
Desde portanto, esse trecho não registra um evento de porte semelhante capaz de liberar uma parcela significativa da tensão acumulada.
https://www.aliadosbrasiloficial.com.br/noticia/tensao-nas-falhas-de-san-andreas-e-san-jacinto-esta-no-maior-nivel-em-mil-anos-diz-estudo/Natividade/Créditos -> Aliados Brasil Solene
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