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Situação não preocupa, mas é monitorada
Por enquanto, o quadro não gera preocupação entre economistas e agências de classificação de risco. Ainda assim, é escoltado com atenção.
A dívida externa pode assumir uma exigência de vulnerabilidade se o déficit em transações correntes continuar saliente e houver uma saída relevante de dólares, uma vez que ocorreu no final de 2024. Naquele ano, o Banco Mediano fez a maior mediação da história do regime de câmbio flutuante, em razão de um estresse do mercado com a política fiscal do governo Lula.
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Dívida cresce mais que as reservas
No atual governo Lula, a dívida externa subiu 27,4%. O progresso é muito superior ao aumento de 15,8% das reservas.
Mesmo assim, as métricas externas ainda indicam um país protegido do risco de fuga de capitais. As reservas cobrem mais de três vezes os vencimentos de limitado prazo.
O principal risco, segundo as agências
As agências de classificação de risco continuam enxergando o desequilíbrio das contas públicas uma vez que o principal foco de risco para o país.
Ao Estadão, o vice-presidente sênior da Moody’s, William Foster, afirmou que os juros altos por período prolongado e a credibilidade limitada da política fiscal reduziram a capacidade do governo de dirigir o dispêndio da dívida.
Para o diretor sênior da Fitch Ratings, Todd Martinez, o Brasil ainda se destaca uma vez que “um soberano com colchões externos muito robustos e também com submissão muito baixa dos mercados externos em moeda estrangeira”.
Atualmente, o país está a um degrau do proporção de investimento na avaliação da Moody’s e a dois degraus na da Fitch e na da S&P Global.
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https://www.contrafatos.com.br/brasil-volta-a-ser-devedor-internacional-apos-19-anos-como-credor//Natividade/Créditos -> CONTRA FATOS
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