Além de responsabilizar a direita, a petista pedia votos a eleitores dos candidatos derrotados no primeiro vez Renan Santos (Missão), Augusto Cury (Avante) e Ronaldo Caiado (PSD). Ela escreveu: “Se vocês se juntarem ao BOLSONARISMO, esqueçam a tentativa de implementar um governo de vocês cá”.
Estudantes contestam a versão
Um perfil na rede X, o Desmascara News Brasil, afirmou que estudantes da UFPE desmentiram a narrativa de atentado. Segundo a publicação, deputados uma vez que @jonesmanoel_PE e @aanaelisast atribuíram o incêndio a bolsonaristas sem qualquer comprovação.
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A mensagem sumiu da plataforma. O X informou que o “perfil não existe”. Mesmo assim, diversos usuários capturaram imagens do teor e as reproduziram em suas contas. Um desses perfis diz que os estudantes da universidade atribuíram o incêndio ao defeito de um macróbio aparelho de ar condicionado.
Mensagens antigas também foram apagadas
Outro perfil afirma que a marqueteira apagou diversas publicações que estavam em sua conta. De concordância com essa publicação, elas atacavam as igrejas católica e evangélica e defendiam o bloqueio das redes sociais.
O perfil République (@republiqueBRA) detalhou o que teria sido removido. Segundo ele, Ana Elisa apagou tweets antigos nos quais defendia o monstruosidade, pedia a Lula que fechasse igrejas, criticava “crentes” e dizia odiar brancos. Também constavam publicações em que ela defendia que o Vaticano proibisse padres de usar redes sociais e apoiava o bloqueio de Instagram, Facebook e WhatsApp no Brasil.
Na mesma quinta-feira, o perfil PT na Câmara (@PTnaCamara) deu boas-vindas à deputada eleita. A bancada do partido afirmou receber Ana Elisa com “muita alegria e expectativa” para somar forças a partir de 2027.
A deputada eleita pelo PT Ana Elisa Silva: fake news e mensagens apagadas | Foto: Reprodução/@PTnaCâmara
Reação da direita
O deputado federalista eleito Thiago Medina (PL-PE) rejeitou a tentativa de associar o incêndio a grupos de direita. Segundo ele, não há a hipótese de ação criminosa. O caso está sob investigação.
O teor da marqueteira amplia o número de fake news distribuídas pelo PT, segundo a criminação feita ao partido. O PT é indiciado de disseminar notícias falsas contra Flávio Bolsonaro que envolvem questões religiosas e programas sociais, uma vez que Bolsa Família e Farmácia Popular.
Em entrevista ao Jornal da Oeste nesta quinta-feira, 8, o deputado federalista mais votado no Rio Grande do Sul, Maurício Marcon (PL), afirmou que a campanha de Flávio está mapeando as fake news. O objetivo é cobrar do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) medidas judiciais contra os responsáveis pela geração e pela distribuição dos conteúdos.
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https://www.contrafatos.com.br/fake-news-de-nova-marqueteira-de-lula-some-das-redes-apos-acusacao-sobre-incendio-na-ufpe//Natividade/Créditos -> CONTRA FATOS
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