Os números reforçam a sisudez do cenário. De consonância com a United Network for Organ Sharing (UNOS), mais de 100 milénio pessoas nos Estados Unidos estão na fileira de espera por um órgão para transplante. Todos os dias, 17 dessas pessoas morrem antes de receber a doação.
Um rim de porco uma vez que ponte para a vida
A solução encontrada pela equipe liderada por Leonardo Riella foi utilizar o chamado xenotransplante — técnica que consiste em transplantar um órgão de bicho para um ser humano. O rim utilizado veio de um miniporco criado em instalação peculiar, onde os animais são mantidos livres de agentes que podem fomentar doenças.
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Para minimizar o risco de repudiação, os pesquisadores realizaram 69 alterações no material genético do bicho. O objetivo era reduzir as chances de o sistema imunológico de Andrews identificar o órgão uma vez que um corpo estranho e tentar destruí-lo.
Recuperação e esperança renovada
O próprio paciente relatou o impacto inesperado do procedimento em sua vida:
“Mal acordei depois da cirurgia, aquela preocupação ordenado com a diálise desapareceu. Senti que minha força e minha disposição tinham voltado. Foi um milagre. É difícil crer no que esses médicos e enfermeiros conseguiram fazer, e quero agradecer a eles por me darem uma novidade chance de viver. Mas nascente transplante não é sobre mim. É sobre todas as pessoas que conheci na clínica de diálise e que vi enfrentando as mesmas dificuldades. Mais de 500 milénio pessoas fazem diálise, e quero inspirá-las a nunca perder a esperança, porque é isso que nascente transplante representa. É uma luz de esperança.”
Desafios médicos ao longo dos 271 dias
Apesar das modificações genéticas, o caminho não foi isento de complicações. Unicamente 14 dias em seguida a cirurgia, os médicos identificaram uma reação ligeiro de repudiação. Passados três meses, a equipe optou por reduzir a quantidade de medicamentos imunossupressores administrados ao paciente.
Aos seis meses, exames revelaram danos nas paredes dos vasos sanguíneos do rim de porco. Andrews também precisou ser submetido a uma cirurgia para remover um acúmulo de sangue no tecido ao volta do órgão.
Por volta do dia 220 em seguida o transplante, uma infecção bacteriana levou os médicos a reduzirem novamente a medicação imunossupressora. Inflamações em pequenos vasos sanguíneos surgiram em seguida, comprometendo a função renal. No dia 271, o rim deixou de funcionar e teve que ser retirado. Até aquele momento, porém, o paciente não havia precisado de nenhuma sessão de diálise.
Do rim de porco ao rim humano
Em seguida a remoção do órgão bicho, Andrews passou 82 dias em diálise. Em janeiro de 2026, finalmente recebeu um rim humano de um doador.
Quase sete meses depois do novo transplante, os médicos não detectaram sinais de repudiação. Um oferecido particularmente relevante: o roupa de o paciente ter recebido anteriormente um rim de porco não dificultou o transplante do órgão humano. Também não foram encontrados indícios de que agentes capazes de fomentar doenças tenham pretérito do bicho para Andrews.
Perspectivas para o porvir do xenotransplante
Para os pesquisadores, os resultados são promissores. Rins de porcos geneticamente modificados podem, no porvir, atender pacientes que aguardam na fileira de transplante. A expectativa é que, caso estudos futuros confirmem a segurança e a espaço dos órgãos, eles deixem de ser usados exclusivamente uma vez que solução temporária e passem a funcionar de forma permanente.
Leonardo Riella, pesquisador que liderou o estudo, resumiu a visão da equipe:
“Nossa visão é que o xenotransplante possa ajudar a suprir essa vazio — inicialmente uma vez que uma ponte para que os pacientes deixem a diálise enquanto aguardam um rim de doador humano e, potencialmente, à medida que estabelecermos segurança e espaço a longo prazo, uma vez que uma terapia definitiva por si só.”
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https://www.contrafatos.com.br/rim-de-porco-mantem-paciente-vivo-por-9-meses-sem-dialise-ate-transplante-de-orgao-humano//Natividade/Créditos -> CONTRA FATOS
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