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Buscas contra jornalista e ex-secretário reacendem debate
O tema voltou à taxa de discussão em Washington depois episódios recentes envolvendo decisões judiciais de Moraes. Em março, o ministro autorizou a Polícia a realizar buscas contra o jornalista maranhense Luis Pablo Conceição Almeida. Mais recentemente, a mesma medida foi direcionada ao ex-secretário de Estado Raimundo Cutrim, identificado porquê uma verosímil nascente do repórter.
O motivo das operações está ligado a reportagens publicadas por Luis Pablo que denunciavam um suposto uso irregular de carros oficiais pelo ministro do STF Flávio Dino e por familiares dele no Maranhão. Moraes sustenta que as informações contidas nas matérias foram obtidas e divulgadas de forma ilícito.
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Decisão judicial aponta indícios de transgressão de perseguição
A decisão proferida por Alexandre de Moraes, obtida pela CNN Brasil, indica que “há indícios relevantes de que o representado incorreu na prática do transgressão previsto no item 147-A do Código Penal (transgressão de perseguição), sem prejuízo de outras condutas eventualmente relacionadas, a partir de publicações realizadas na internet e em redes sociais, atentando contra ministro do Supremo Tribunal Federalista”.
Ainda conforme o magistrado, o teor das reportagens sugere “que o responsável da publicação se valeu de qualquer mecanismo estatal para identificação e caracterização dos veículos empregados, que permitiriam a exposição indevida relacionada à segurança de autoridades”.
Versões divergentes sobre uso de veículos e cobranças
Aliados de Dino disseram à CNN Brasil que o sege privado do ministro era seguido. Segundo essa versão, a questão não envolveria utilização de veículos oficiais. Aliás, de consonância com os mesmos aliados, o jornalista cobraria R$ 100 milénio para publicar as reportagens.
Luis Pablo, por sua vez, refutou todas as acusações em enunciação à CNN Brasil. Ele afirmou que nunca seguiu o sege do ministro nem de seus familiares, que o uso de veículos oficiais por Dino e parentes é um veste comprovado e que nunca recebeu qualquer quantia financeira para veicular matérias contra o ministro.
Histórico das sanções norte-americanas contra Moraes
Os EUA já haviam imposto sanções a Alexandre de Moraes em julho de 2025, com base na Lei Magnitsky. A medida foi uma resposta à supervisão do julgamento que resultou na pena e prisão do ex-presidente Jair Bolsonaro por tentativa de golpe, depois a guia na disputa pela reeleição em 2022.
Washington, no entanto, revogou essas sanções em dezembro do mesmo ano. Agora, a possibilidade de retomá-las voltou a lucrar força no cenário político norte-americano.
A CNN Brasil informou que entrou em contato com o STF e aguarda um posicionamento solene sobre o objecto.
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https://www.contrafatos.com.br/eua-avaliam-retomar-sancoes-contra-alexandre-de-moraes-aponta-financial-times//Manancial/Créditos -> CONTRA FATOS
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