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Uma tragédia ocorrida durante uma atividade de rope jump em Limeira, no interno de São Paulo, ganhou novos contornos emocionantes depois o relato de uma testemunha que afirma ter escapado do acidente por questão de minutos. A jovem Maria Eduarda Rodrigues de Freitas, de 24 anos, morreu depois ser lançada de uma plataforma de aproximadamente 40 metros de profundidade sem estar conectada à corda de segurança.
Entre as pessoas que aguardavam para participar da atividade estava Higor William Diniz Ferreira, morador de Vinhedo (SP). Segundo ele, um demorado na saída de lar alterou completamente a sequência dos saltos e fez com que Maria Eduarda realizasse a atividade antes dele.
“Foi um livramento. Era para eu estar naquela posição. Se eu tivesse saído no horário planejado, provavelmente seria eu quem estaria ali”, relatou emocionado.
De harmonia com o testemunho, a diferença de murado de 40 minutos foi suficiente para modificar a ordem dos participantes. Higor afirmou que havia poucas pessoas entre ele e a vítima na fileira de espera.
O acidente aconteceu na manhã deste sábado (13) e chocou pessoas que acompanhavam a atividade. Vídeos que circulam nas redes sociais mostram o momento em que a jovem é preparada para o salto e, segundos depois, os gritos desesperados de pessoas que percebem a pouquidade da corda de segurança.
Testemunhas afirmam que os procedimentos de checagem eram realizados normalmente com os participantes anteriores. No entanto, segundo relatos, a verificação final teria sido ignorada no caso de Maria Eduarda.
“Todos os outros saltos tiveram conferência dos equipamentos. No caso dela, alguma coisa falhou de forma inexplicável”, afirmou Higor.
A jovem havia escolhido uma modalidade em que o participante é impulsionado pelos instrutores diretamente da plataforma, aumentando a urgência de rigor nos protocolos de segurança. As circunstâncias que levaram ao acidente agora são níveo de investigação.
A empresa responsável pela atividade deverá prestar esclarecimentos às autoridades, enquanto peritos analisam imagens, equipamentos e depoimentos de testemunhas para identificar possíveis falhas operacionais.
Nas redes sociais, a tragédia gerou grande comoção. Amigos, familiares e internautas prestaram homenagens à jovem e cobraram respostas sobre porquê um erro considerado essencial nos procedimentos de segurança pôde resultar em uma fatalidade.
O caso reacende o debate sobre fiscalização, treinamento de equipes e protocolos obrigatórios em atividades de façanha, principalmente aquelas que envolvem risco proeminente e dependem integralmente da correta utilização dos equipamentos de proteção.
O post Testemunha de tragédia em rope jump diz que poderia ter sido a vítima: “Era para ser eu” apareceu primeiro em Partido Brasil.
https://partidobrasiloficial.com.br/2026/06/13/testemunha-de-tragedia-em-rope-jump-diz-que-poderia-ter-sido-a-vitima-era-para-ser-eu/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=testemunha-de-tragedia-em-rope-jump-diz-que-poderia-ter-sido-a-vitima-era-para-ser-eu/Natividade/Créditos -> SITE PARTIDO BRASIL OFOCIAL
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