Polícia Federalista examina seis contratos de R$ 220 milhões entre a Star Pharma e o Ministério da Saúde, ligados à operação Carbono Oculto
Por ContraFatos 13/07/2026 Atualizado em 13/07/2026
Empresa é meta de apuração em desdobramento da operação Carbono Oculto, que investiga depravação e crimes financeiros
Seis contratos firmados entre abril de 2024 e maio de 2026 para o fornecimento de insulina e preservativos ao Sistema Único de Saúde (SUS) estão sendo examinados por investigadores da Polícia Federalista. Os acordos, que totalizam aproximadamente R$ 220 milhões, foram celebrados entre a distribuidora Star Pharma e o Ministério da Saúde.
Documentos entregues à Delecor
Em maio, a pasta da Saúde encaminhou à Delegacia de Repressão à Depravação e Crimes Financeiros (Delecor), vinculada à PF no Província Federalista, toda a documentação relativa aos processos de contratação da empresa. A apuração tramita em sigilo, e os policiais já tiveram aproximação às licitações vencidas pela Star Pharma, muito porquê aos registros sobre o fornecimento de medicamentos e outros produtos ao governo federalista.
Leitura
Conexão com a operação Carbono Oculto
A distribuidora chamou a atenção dos investigadores por chegar em um sindicância da operação Carbono Oculto. Segundo a apuração, a Star Pharma possui ligações com a rede de negócios de indivíduos conhecidos porquê “Beto Louco” e “Primo”. A Polícia Federalista apura suspeitas de depravação e crimes financeiros envolvendo esses personagens.
O Ministério Público de São Paulo (MPSP) incluiu a Star Pharma em uma relação de empresas vinculadas “direta ou indiretamente” a Mohamad Hussein Mourad, o Primo. Essa informação aparece na representação da operação Carbono Oculto, deflagrada em agosto de 2025. Primo se encontra fugido e, atualmente, negocia delação premiada.
Receba no WhatsApp as principais noticias do dia
Entre no grupo do ContraFatos e acompanhe os destaques em primeira mao.
Entrar no grupo
De negócio com a Promotoria, Andrea Cristina Alves Borges teria atuado porquê “laranja” em empresas ligadas ao esquema investigado.
Posição da PF e da empresa
A corporação policial não confirmou a existência de investigação específica contra a distribuidora. Em resposta, a PF limitou-se a declarar que “não confirma nem se manifesta sobre eventuais investigações em curso”.
Já a Star Pharma, por meio de nota, sustentou que a estudo dos documentos “comprovará a totalidade correção e integridade das práticas adotadas pela empresa”. A distribuidora também anunciou que solicitará uma auditoria dos contratos para provar “a absoluta conformidade e moral” de suas atividades.
Ministério da Saúde nega irregularidades
O Ministério da Saúde declarou que não identificou “evidência de irregularidade” nos processos licitatórios e afirmou não ter sido notificado pela PF sobre qualquer investigação. A pasta esclareceu: “Os contratos foram realizados por meio de licitação pública em que a vencedora apresentou preços muro de 30% menores e atendeu aos requisitos legais exigidos a todos os concorrentes”.
2026,auditoria,Depravação,Crimes,crimes financeiros,delação,fugido,sindicância,investigação,licitação,medicamentos,Ministério da Saúde,operação carbono oculto,Polícia Federalista,preços,preservativos,São Paulo,Saúde,star pharma,sus
https://www.contrafatos.com.br/policia-federal-investiga-contratos-de-r-220-milhoes-da-star-pharma-com-o-ministerio-da-saude//Nascente/Créditos -> CONTRA FATOS
⚠️ DESCUBRA O QUE ESTÃO ESCONDENDO DE VOCÊ!
ACESSE NOSSO GRUPO NO ZAP E RECEBA CONTÉUDOS
SEM CENSURA EM PRIMEIRA MÃO👇