Pré-candidato à Presidência pelo Partido Novo disparou contra o predecessor durante evento da Associação Mercantil de São Paulo
Durante uma reunião do Juízo Político e Social da Associação Mercantil de São Paulo, o ex-governador de Minas Gerais e pré-candidato à Presidência da República, Romeu Zema, fez duras críticas ao seu predecessor no Palácio Tiradentes, Fernando Pimentel (PT), que comandou o estado entre 2015 e 2018.
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Gestão petista chamada de ‘calamidade pública’
Zema não mediu palavras ao se referir ao período em que o PT governou Minas Gerais. Segundo ele, Pimentel foi o “pior governador da história do estado” e que o “diabo” teria sido o responsável por erigir o petista ao função.
Na avaliação do ex-governador, a governo petista gerou uma verdadeira “calamidade pública” no estado. Ele enumerou uma série de problemas administrativos e financeiros deixados pela gestão anterior.
– Atrasou salários, não pagou 13º, não fez repasses para prefeituras de ICMS e IPVA. Ele descontou o empréstimo consignado dos funcionários e não pagou os bancos, sujando o nome de 240 milénio servidores – relembrou.
De empresário a pré-candidato à Presidência
No mesmo evento, Romeu Zema fez questão de ressaltar sua trajetória na iniciativa privada. Ele contou que sempre teve aversão à política, mas que a situação do país o levou a mudar de postura e ingressar na vida pública.
– Eu que sempre detestei política durante toda a minha vida, me tornei governador de Minas e agora candidato à Presidência da República. Falei: “Tem alguma coisa errada cá com esse país. Todo mundo avançando e nós cá andando para trás”. Eu que sempre detestei político. Falei: “Eu acho que eu vou precisar mudar um pouco essa visão” – refletiu.
Zema quer mostrar ‘opção dissemelhante’ para o Brasil
O pré-candidato pelo Partido Novo encerrou suas declarações afirmando que sua motivação para disputar o Palácio do Planalto é provar ao eleitorado que “existe uma opção dissemelhante” para o país. A fala reforça o posicionamento de Zema uma vez que nome de oposição tanto ao PT quanto a outras forças tradicionais da política brasileira, apostando em seu histórico de gestão em Minas Gerais uma vez que principal credencial.
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