⚠️ DESCUBRA O QUE ESTÃO ESCONDENDO DE VOCÊ!
ACESSE NOSSO GRUPO NO ZAP E RECEBA CONTÉUDOS
SEM CENSURA EM PRIMEIRA MÃO👇
🚨📲 CLIQUE E RECEBA NOTÍCIAS EM TEMPO REAL – GRUPO VIP DOS PATRIOTAS 🇧🇷
A “cervejinha” mais rosto do mundo
Lula, o mesmo presidente que um dia sugeriu publicamente que roubar celular seria coisa de quem quer “comprar uma cervejinha”, governa um país onde quase um milhão de aparelhos são arrancados das mãos de cidadãos todos os anos. A enunciação, que à idade soou porquê uma tentativa patética de minimizar a criminalidade, envelheceu porquê leite fora da geladeira.
Se o roubo de celular fosse mesmo para comprar cerveja, o Brasil estaria diante da maior rede de botecos clandestinos do planeta.
Receba no WhatsApp as principais noticias do diaEntre no grupo do ContraFatos e acompanhe os destaques em primeira mao.
Entrar no grupo
Mas não é cerveja. É aproximação a contas bancárias, dados pessoais, roubo do dedo. O próprio anuário explica: criminosos migram do roubo para o rapinagem, mas quando optam pelo roubo, o objetivo é obrigar a vítima a desbloquear o aparelho e entregar senhas bancárias. Não é “cervejinha”. É transgressão organizado com proporção crescente de sofisticação.
Os números que o governo não quer enquadrar
O levantamento mostra que São Luís (MA), Belém (PA) e São Paulo (SP) lideram o ranking de subtrações de celulares por 100 milénio habitantes. Das 14 capitais com as piores taxas, oito ficam no Nordeste — justamente a região que mais recebe promessas e menos recebe resultados concretos em segurança pública.
São Paulo, com 5,6% da população vernáculo, concentra 20% de todos os roubos e furtos de celulares do país. Um quinto do problema inteiro num único município.
É verdade que houve queda de 7,7% nas ocorrências entre 2024 e 2025, passando de 855.113 para 792.284 registros. E que, em relação a 2019, a redução chega a 25%. O governo certamente vai desfilar esses números porquê troféu.
Mas há um pormenor.
Os furtos — crimes sem confronto direto — cresceram 0,9%. O que caiu foram os roubos, em 18,6%. E por quê? Não por valor de nenhuma política luminoso. O próprio anuário explica: o rapinagem oferece menos risco ao criminoso. Sem confronto, sem testemunhas, sem chances de prisão. O transgressão simplesmente se adaptou. Ficou mais esperto que o Estado.
O transgressão se adapta. O governo discursa.
Enquanto criminosos recalculam estratégias, migram do roubo para o rapinagem e operam com lógica de custo-benefício, o governo federalista prefere relativizar. Quando não minimiza com piadas sobre “cervejinha”, terceiriza a responsabilidade para estados e municípios.
Os dados mostram que unicamente Rio de Janeiro (+22,7%) e Paraíba (+21,1%) registraram aumento nas ocorrências. As demais unidades da federação viram redução. Mas o volume integral continua contraditório: quase 500 milénio furtos e mais de 300 milénio roubos em um único ano.
Os roubos se concentram nos dias úteis, com pico às sextas-feiras, e no período noturno — entre 18h e 23h. Os furtos dominam os fins de semana e os horários de grande circulação. O transgressão tem agenda. Tem horário. Tem método. E o cidadão brasiliano tem susto.
Menos risco para o bandido, mais desamparo para a vítima
O anuário, escrito pelos especialistas Samira Bueno e Renato Sérgio de Lima, do Fórum Brasílico de Segurança Pública, é cirúrgico ao indicar que o aumento do monitoramento por câmeras e da atuação policial elevou o risco dos roubos — o que empurrou o transgressão para o rapinagem. Aparelhos furtados permanecem bloqueados e têm menor valor de revenda. Mas quando o criminoso opta pelo roubo, é porque quer mais: quer o desbloqueio, as senhas, o aproximação ao banco.
Isso não é “cervejinha”. É uma indústria.
E enquanto essa indústria opera a 95 unidades por hora, o presidente da República segue convicto de que o problema é menor do que parece, que a culpa é sempre de outro e que uma frase espirituosa resolve o debate.
Não resolve.
O brasiliano que teve o celular arrancado da mão às 20h de uma sexta-feira sabe exatamente o que está em jogo. Não é uma cerveja. É a conta bancária, a honra, a sensação de que o Estado existe para proteger — e não para dar de ombros.
Noventa e cinco por hora. E contando.
anuário de segurança pública,Brasil,chega,transgressão,transgressão organizado,criminalidade,criminoso,criminosos,rapinagem,rapinagem de celular,governo federalista,indústria,Lula,Nordeste,política,presidente,roubo,roubo de celular,São Paulo,segurança,Segurança Pública,violência urbana
https://www.contrafatos.com.br/95-celulares-por-hora-o-brasil-onde-se-rouba-para-muito-mais-que-uma-cervejinha//Manadeira/Créditos -> CONTRA FATOS
⚠️ DESCUBRA O QUE ESTÃO ESCONDENDO DE VOCÊ!
ACESSE NOSSO GRUPO NO ZAP E RECEBA CONTÉUDOS
SEM CENSURA EM PRIMEIRA MÃO👇
🚨📲 CLIQUE E RECEBA NOTÍCIAS EM TEMPO REAL – GRUPO VIP DOS PATRIOTAS 🇧🇷