Reunião com Antonio Carlos Ferreira não apareceu na agenda solene, mas foi registrada no sistema interno
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu, de forma reservada, o ministro Antonio Carlos Ferreira, corregedor eleitoral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e integrante do Superior Tribunal de Justiça (STJ), no Palácio do Planalto. O encontro ocorreu em 10 de dezembro.
A reunião não foi divulgada na agenda pública do presidente. Ainda assim, a ingresso do ministro ficou registrada no sistema interno do Planalto, confirmando a realização da audiência.
Conversa a portas fechadas
A iniciativa partiu de Lula, que conduziu a maior secção da conversa a sós com Ferreira. Segundo relatos ouvidos pelo site PlatôBR, unicamente o encarregado de gabinete da Presidência, Marco Aurélio Santana Ribeiro, sabido uma vez que Marcola, e um garçom que serviu moca interromperam brevemente o diálogo.
Durante o encontro, o clima foi descrito uma vez que relaxado. Lula e o ministro relembraram passagens profissionais na Caixa Econômica Federalista, onde Ferreira atuou uma vez que diretor jurídico. Também mencionaram amigos em generalidade.
Ampliação do diálogo com o Judiciário
O presidente informou ao ministro que pretende iniciar uma rodada de conversas com integrantes do STJ. Três meses antes dessa reunião, Lula já havia recebido 23 dos logo 31 ministros da Golpe na Granja do Torto.
Naquele momento, duas cadeiras ainda estavam vagas no tribunal, que conta com 33 membros em sua elaboração completa.
Lula também buscou ouvir a avaliação de Ferreira sobre Jorge Messias para o Supremo Tribunal Federalista (STF), nome indicado semanas antes. De conformidade com interlocutores, o ministro fez elogios à escolha.
Cassações no radar
Outro objecto tratado foi a situação de governadores que enfrentam risco de cassação no TSE, uma vez que Antonio Denarium, de Roraima, e Cláudio Castro, do Rio de Janeiro. Ambos são adversários do governo federalista e aliados da família Bolsonaro.
Pessoas próximas ao presidente relataram que Lula avaliou ser improvável a ocorrência de cassações em ano eleitoral. Segundo essas fontes, não houve qualquer pedido ou mediação específica sobre os processos em curso.
Posse no TSE dias depois
Sete dias posteriormente o encontro no Planalto, Antonio Carlos Ferreira foi eleito e tomou posse uma vez que corregedor eleitoral do TSE. A escolha já era esperada, pois ele era o ministro mais macróbio em atividade no tribunal desde junho de 2023.
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