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A colunista Malu Gaspar, de O Mundo, publicou novas informações envolvendo o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista.
Segundo a jornalista, Moraes estaria pressionando integrantes do Senado, em próprio o presidente da Morada, Davi Alcolumbre, para barrar a instalação da CPMI do Banco Master. A movimentação revelaria o principal temor do ministro diante do progresso das investigações no Congresso.
De conformidade com Malu Gaspar, o receio medial seria a verosímil convocação de familiares para prestar esclarecimentos à CPMI. O foco recai sobre o contrato firmado entre o Banco Master e o escritório da advogada Viviane Barci de Moraes, esposa do ministro, que previa pagamentos mensais de R$ 3,6 milhões por três anos, totalizando muro de R$ 130 milhões.
A colunista destaca ainda que esse ponto não foi explorado no testemunho prestado por Daniel Vorcaro ao Supremo em dezembro do ano pretérito. O contrato previa atuação do escritório em quatro órgãos do Executivo: Banco Meão, Cade, Receita Federalista e Procuradoria-Universal da Quinta Vernáculo. Porém, conforme aponta a reportagem, não há registros claros sobre quais atividades teriam sido efetivamente desempenhadas nesses órgãos, o que amplia as dúvidas e a pressão por esclarecimentos públicos.









