Imane Khelif afirma ter cariótipo masculino e faz tratamento hormonal sob supervisão médica
A boxeadora Imane Khelif, medalhista de ouro na categoria feminina de boxe nas Olimpíadas de Paris 2024, confirmou publicamente que possui cromossomos XY, o que indica sexo biológico masculino. A revelação foi feita em entrevista ao jornal galicismo L’Équipe, onde ela também afirmou apresentar níveis elevados de testosterona e estar submetida a um regime de supressão hormonal com séquito médico.
Khelif competiu posteriormente ser reprovada em testes da IBA
A participação da desportista gerou controvérsia posteriormente a International Boxing Association (IBA) ter indicado que Khelif falhou em múltiplos testes cromossômicos, sendo desclassificada do Mundial Feminino de Boxe antes dos Jogos Olímpicos. No entanto, os resultados desses testes não foram oficialmente divulgados devido a um veto do Comitê Olímpico da Argélia.
Em agosto de 2024, a IBA realizou uma coletiva de prelo reafirmando que os exames apontavam para um cariótipo masculino. Durante o evento, jornalistas da BBC deixaram a coletiva em protesto, demonstrando pedestal à desportista.
COI autorizou participação mesmo com laudos médicos contrários
Apesar das conclusões da IBA, o Comitê Olímpico Internacional (COI) permitiu que Khelif competisse nos Jogos de Paris. Posteriormente, relatórios médicos vazados revelaram que a desportista possui deficiência de 5-alfa redutase, um distúrbio do desenvolvimento sexual individual de indivíduos do sexo masculino.
Um desses documentos, elaborado em 2023 por hospitais de Paris e Argel, indica que essa exigência pode fazer com que a pessoa seja designada porquê do sexo feminino ao nascer, mas apresente masculinização progressiva na puberdade.
Gene SRY confirma desenvolvimento sexual masculino
Na entrevista ao L’Équipe, Khelif também confirmou que possui o gene SRY, localizado no cromossomo Y, responsável por desencadear o desenvolvimento sexual masculino.
Ela declarou:
“Não sou transgênero. Fui criada porquê uma moçoila.”
Especialistas consultados pela prelo destacam que distúrbios do desenvolvimento sexual (DDS) não se enquadram na categoria transgênero, sendo condições muitas vezes não diagnosticadas em países com menos aproximação à saúde especializada.
Reação internacional e novas regras no boxe
Em 2025, novos exames vazados voltaram a indicar cariótipo masculino em Khelif. Ainda assim, setores da mídia internacional classificaram a controvérsia porquê uma campanha transfóbica baseada na ar física da desportista.
Em seguida a repercussão, a federação World Boxing, parceira solene do COI, passou a exigir testes sexuais obrigatórios para a categoria feminina. Khelif recorreu ao Tribunal Arbitral do Esporte (TAS) contra essa exigência, afirmando que só aceitaria testagens realizadas diretamente pelo COI.
A World Boxing mantém atualmente uma política que restringe a participação na categoria feminina a atletas com sexo biológico feminino. Em novembro de 2025, o COI sinalizou que pode adotar norma semelhante a partir de 2026, reacendendo o debate sobre critérios de elegibilidade no esporte de supino rendimento.
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