Post Views: 0
O ministro Alexandre de Moraes, no manobra da presidência interina do Supremo Tribunal Federalista (STF), avalia a rombo de um novo interrogatório para investigar a verosímil quebra ilícito de sigilo fiscal e bancário de integrantes da Incisão. A suspeita, revelada pelo portal Poder360 nesta terça-feira (13), é de que servidores da Receita Federalista e do Recomendação de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) tenham acessado dados protegidos sem autorização judicial.
A violação teria atingido diretamente ao menos dois ministros, embora o clima de suspicácia nos bastidores atinja todo o tribunal. A investigação ganha contornos de urgência posteriormente detalhes financeiros de familiares de magistrados passarem a rodear em reportagens recentes.
O Caso Banco Master e Viviane de Moraes
O torcida da crise está ligado ao processo do Banco Master, instituição liquidada pelo Banco Medial em novembro de 2025. O ministro Dias Toffoli é o relator do caso no STF, enquanto Alexandre de Moraes vive uma situação delicada: sua esposa, a advogada Viviane Barci de Moraes, manteve um contrato de R$ 131,3 milhões com o banco ao longo de três anos.
Embora o contrato em si não seja sigiloso, informações sobre o fluxo financeiro do escritório de advocacia de Viviane e detalhes de negócios da família de Toffoli foram divulgados na mídia. Para membros da Incisão, esses dados só poderiam ter sido extraídos dos sistemas internos da Receita Federalista ou do Coaf, que registram o rastro de cada consulta realizada por servidores com senha.
Tensão com o Governo Federalista
A verosímil investigação coloca sob pressão órgãos subordinados a figuras-chave do governo Lula (PT):
- Receita Federalista: Comandada por Robinson Barreirinhas, sob o guarda-chuva do ministro Fernando Haddad (Rancho).
- Coaf: Liderado pelo solicitador da PF Ricardo Andrade Saadi, administrativamente vinculado ao Banco Medial, hoje presidido por Gabriel Galípolo.
Uma flanco influente do STF defende que o tribunal aja com rigor para identificar se houve uso político de órgãos de perceptibilidade ou “vazamentos encomendados”.
Presidência Interina
Moraes assumiu o plantão judiciário e a presidência interina do STF nesta segunda-feira (12), o que lhe confere poderes para assinar despachos e decisões urgentes durante o recesso, que termina em 31 de janeiro. A rombo do interrogatório pode ocorrer a qualquer momento, caso o ministro considere que a segurança institucional da Incisão está em risco.







