O termo de ano, marcado por festas e exuberância fomentar, pode ser mormente provocador para pessoas com sobrepeso ou obesidade devido à combinação de gatilhos emocionais, pressão social e alterações biológicas. Comentários familiares, sensação de obrigação festiva e a teoria de “reencetar em janeiro” intensificam culpa, permissividade e tentativas de controle rígido. Aliás, o estresse aumenta o cortisol, favorecendo maior gosto e procura por vitualhas calóricos, enquanto a quebra da rotina e noites mal dormidas ampliam o consumo energético.
O envolvente social e familiar também contribui, já que comida é vista uma vez que afeto e há maior oferta de estímulos alimentares. Muitas pessoas acabam entrando em um ciclo de ressarcimento e autocrítica, o que agrava o sofrimento emocional. O texto ressalta que a obesidade é uma exigência crônica influenciada por fatores metabólicos e comportamentais, não uma irregularidade de força de vontade.
A biologia também pesa nesse cenário. O corpo tende a responder ao estresse emocional com maior liberação de cortisol, hormônio que aumenta o gosto e favorece o consumo de vitualhas mais calóricos, mormente os ricos em açúcar e gordura. Soma-se a isso a quebra de rotina, noites mal dormidas e o aumento proveniente das confraternizações, e o resultado costuma ser uma elevação no consumo energético quotidiano sem a mesma ressarcimento no gasto calórico.
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Outro ponto relevante é o ciclo psicológico de ressarcimento. A teoria de “já que hoje eu exagerei, amanhã eu recomeço” facilita episódios repetidos de excesso ao longo de dezembro. Muitas pessoas também enfrentam o sentimento de fracasso, acreditando que não têm disciplina suficiente, quando, na verdade, lidam com mecanismos neurobiológicos que amplificam a dificuldade nesse período. Esse padrão de autocobrança acentua a sensação de descontrole e contribui para um início de ano emocionalmente mais pesado.
Para enfrentar esse período, recomenda-se adotar estratégias realistas — manter horários, evitar jejum prolongado, escolher momentos específicos de exceção e tolerar pequenas variações de peso. Uma postura menos punitiva em relação à sustento e o pedestal profissional ajudam a reduzir culpa e promover autocuidado. Com informação e planejamento, é provável passar pelas festas com mais estabilidade e autonomia, iniciando o novo ciclo sem excesso de pressão.
Manancial/Créditos: CNN
Créditos (Imagem de cobertura): ChatGPT
https://www.aliadosbrasiloficial.com.br/noticia/no-fim-do-ano-as-festas-podem-gerar-exageros-alimentares-um-desafio-relacionado-ao-peso/Manancial/Créditos -> Aliados Brasil Solene








