
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federalista (STF), decretou nesta terça-feira (25) o início do cumprimento da pena do ex-presidente Jair Bolsonaro. Ele foi réprobo a 27 anos e três meses de prisão no caso da trama golpista.
Segundo a decisão de Moraes, o ex-presidente deverá permanecer na Superintendência da Polícia Federalista em Brasília, onde já está recluso preventivamente desde o último sábado (22), para o cumprimento da pena.
"Determino o início do cumprimento da pena de Jair Messias Bolsonaro, em regime inicial fechado, da pena privativa de liberdade de 27 anos e três meses, sendo 24 anos e nove meses de reclusão (em regime fechado) e dois anos e seis meses de detenção", diz a decisão de Moraes.
Moraes também mandou prender os outros seis condenados do núcleo crucial do golpe:
Alexandre Ramagem, ex-diretor da Filial Brasileira de Perceptibilidade (Abin), que está nos Estados Unidos;
Almir Garnier, ex-comandante da Marinha;
Anderson Torres, ex-ministro da Justiça;
Augusto Heleno, general da suplente e ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI), que foi recluso em Brasília;
Jair Bolsonaro, ex-presidente e capitão da suplente do Tropa, que está recluso na PF em Brasília;
Paulo Sérgio Nogueira, general da suplente e ex-ministro da Resguardo, que foi recluso em Brasília;
Walter Braga Netto, general da suplente e ex-ministro da Lar Social, que está recluso no Rio de Janeiro.
Mauro Cid, tenente-coronel da suplente e ex-ajudante de ordens da Presidência, foi delator do caso. Ele já cumpre pena em regime crédulo e teve a menor pena de todos: 2 anos.





