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Em novo ato com apoiadores na avenida Paulista, em São Paulo, neste domingo (29), o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou que não precisa voltar à Presidência da República, mas pediu que a direita conquiste pelo menos 50% da Câmara dos Deputados e do Senado nas eleições de 2026 para “mudar o Brasil”.
“Não interessa onde eu esteja, não interessa a medo que, quiçá, façam comigo. O objetivo final não é prender, é expulsar”, declarou Bolsonaro no sétimo ato que participa desde que deixou o função, em 2022.
Ele afirmou que, com maioria no Congresso, será provável influenciar diretamente decisões importantes, porquê a escolha de integrantes de agências reguladoras, além do presidente e diretores do Banco Mediano. “Se vocês me derem, por ocasião das eleições do ano que vem, 50% da Câmara, 50% do Senado, 50% do Congresso, eu mudo o tramontana do Brasil”, disse.
Bolsonaro também minimizou qualquer anseio pessoal por poder: “Não tenho preocupação pelo poder”. Segundo ele, o precípuo é prometer a maioria no Legislativo. “Se vocês me derem isso [50% do Congresso], não interessa onde eu esteja, cá ou no além, quem assumir a liderança vai mandar mais que o presidente da República. Com essa maioria, nós elegeremos o nosso presidente da Câmara, o nosso presidente do Senado, o nosso presidente do Congresso Pátrio, a maioria das comissões de peso no Senado e na Câmara.”
Durante o oração, o ex-presidente reforçou que mudanças estruturais exigem tempo e engajamento. “As coisas não acontecem de uma hora para outra”, declarou. “Se queremos que nosso time seja vencedor, temos que investir.”
O evento teve críticas ao Supremo Tribunal Federalista (STF) e ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Entre os principais alvos estavam o decreto que aumentou o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) e denúncias de ramal de moeda em aposentadorias pagas pelo INSS (Instituto Pátrio do Seguro Social).
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