Os Estados Unidos abriram um novo capítulo na crise do Oriente Médio ao guerrear três instalações nucleares no Irã, na noite de sábado (21). A ofensiva — confirmada pelo presidente Donald Trump — representa a mais ousada ação militar norte-americana contra a infraestrutura estratégica iraniana em décadas e intensifica o conflito entre Israel e Irã, colocando em risco a firmeza regional e os fluxos globais de petróleo.
“Concluímos nosso ataque bem-sucedido às três instalações nucleares no Irã, incluindo Fordow, Natanz e Esfahan”, afirmou Trump na Truth Social. Horas depois, em pronunciamento, o presidente norte-americano fez um ultimato a Teerã: retomar imediatamente negociações de desarmamento nuclear ou enfrentar novas retaliações.
EUA negam mudança de regime
Em entrevista coletiva no domingo (22), o secretário de Resguardo Pete Hegseth e o superintendente do Estado-Maior Dan Caine detalharam a operação “Midnight Hammer” (“Martelo da Meia-Noite”). Segundo os oficiais, sete bombardeiros B-2 invadiram o espaço leviano iraniano sem serem detectados e “devastaram” os principais centros do programa nuclear.
“Não buscamos mudança de regime. Mas responderemos com força sempre que nossos cidadãos ou aliados forem ameaçados”, declarou Hegseth.
Irã prenúncio fechar o Estreito de Ormuz
Na madrugada de domingo, o Irã respondeu com mísseis contra Israel, atingindo áreas residenciais em Tel Aviv e Ness Ziona. Segundo autoridades israelenses, murado de 80 pessoas ficaram feridas.
O chanceler iraniano Abbas Araghchi acusou os EUA de terem cruzado “uma risco vermelha histórica” e declarou que o país se defenderá “por todos os meios necessários”. Já o Parlamento iraniano aprovou o fechamento do Estreito de Ormuz, uma das rotas mais estratégicas do petróleo mundial. A decisão ainda depende da aprovação do Juízo Supremo de Segurança Pátrio e do líder supremo aiatolá Ali Khamenei.
Israel apoia ofensiva americana
O premiê israelense Benjamin Netanyahu parabenizou Trump:
“Essa ação audaciosa mudará a história. O Irã entenderá que não ficará impune.”
Líderes europeus, por outro lado, reagiram com preocupação. O secretário-geral da ONU, António Guterres, alertou que se trata de “uma escalada perigosa em uma região já tensionada”.
O presidente galicismo Emmanuel Macron declarou que pediu ao presidente iraniano Massoud Pezeshkian o retorno ao diálogo. Ursula Von der Leyen, presidente da Percentagem Europeia, defendeu o saudação ao recta internacional e Keir Starmer, primeiro-ministro do Reino Unificado, instou o Irã a “voltar à mesa de negociações”.
Rússia e China condenaram o ataque. Moscou classificou o bombardeio uma vez que “irresponsável e proibido”. Pequim apelou pelo cessar-fogo subitâneo, principalmente por secção de Israel.
Especialistas veem mensagem estratégica aos rivais
Segundo William F. Wechler, ex-subsecretário coadunado de Resguardo dos EUA, o ataque foi um movimento estratégico:
“Se o Irã continuar com sua resistência, novos alvos econômicos e energéticos serão atingidos. O regime está em posição fraca.”
Para Alan Pino, crítico com passagem pela CIA, o ataque é também um recado à Rússia e à China:
“Trump demonstrou que evitar novas guerras não significa recuar quando interesses centrais dos EUA estão em jogo.”
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