A Secretaria de Lavra e Provisão de São Paulo confirmou o primeiro caso de gripe aviária no Estado de SP, em 2025. Segundo a pasta, não há risco para a população, nem impacto à ergástulo produtiva de aves e ovos. O foco ocorreu em uma marreca-caneleira, ave silvestre localizada na região mediano de Diadema, município da Grande São Paulo.
No Brasil, o primeiro caso de gripe aviária (influenza aviária de subida patogenicidade) em granjas comerciais foi registrado no dia 15 de maio, em Montenegro, no Rio Grande do Sul. A ocorrência levou tapume de 20 países, entre eles China, África do Sul e México, a suspenderem as importações de mesocarpo de frango do Brasil.
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O caso positivo de São Paulo foi confirmado pelo Laboratório Federalista de Resguardo Agropecuária (LFDA-SP). Trata-se de um caso solitário, em ave silvestre migratória, sem qualquer relação com granjas comerciais ou produção de víveres, afirmou a Secretaria de Lavra.
Segundo a pasta, a Coordenadoria de Resguardo Agropecuária (CDA) fez o fiscalização e colheita de amostras da ave. Ela foi encontrada sem reação à presença humana e apresentava sinais clínicos, uma vez que dificuldade de voar, letargia e alterações respiratórias e neurológicas.
Nascente ano, o Estado de São Paulo teve 37 notificações para influenza aviária, mas nenhum caso havia sido confirmado. Em 2024, houve somente um foco confirmado em 110 notificações. No ano anterior, São Paulo registrou 53 focos, todos em aves silvestres.
Gripe aviária em SP: sem embargo à mesocarpo ou risco à população
Conforme a CDA do Estado de SP, uma vez que se trata de foco de gripe aviária em ave silvestre, não há embargo nas exportações de carnes e ovos, e o status sanitário de São Paulo e do Brasil perante a Organização Mundial de Saúde Bicho não é confuso. O governo de São Paulo garante não ter risco à população nem impacto na produção avícola, e que o consumo de mesocarpo de aves e ovos é seguro.
Conforme a CDA, não há estabelecimentos avícolas comerciais no relâmpago de 10 quilômetros da ocorrência do foco. Serão realizadas ações de vigilância na espaço para identificar a verosímil ocorrência de mortandade em aves ou a existência de sintomatologia comportável com a doença. Os moradores locais serão instruídos para identificar eventuais sinais da gripe.
Segundo o governo, a Resguardo Agropecuária está em contato permanente com equipes técnicas da Secretaria da Saúde, Secretaria do Meio Envolvente e administrações de Parques Zoológicos do Estado, além de organizações não governamentais, para ações conjuntas de enfrentamento à gripe aviária.
O que a população deve saber
A Resguardo Agropecuária reforça que o consumo de mesocarpo de aves e ovos não transmite a doença, mas as pessoas não devem tocar em aves que apresentarem sinais clínicos.
A infecção humana ocorre principalmente por contato direto com aves infectadas, portanto aves doentes ou mortas não devem ser manipuladas sem a utilização de equipamento de proteção individual (luvas e máscaras).
O Estado de São Paulo não registrou, até o momento, nenhum caso da doença em humanos. A pasta da Lavra elaborou um projecto de contingência para coordenar ações para enfrentamento em caso de influenza aviária em humanos.
A secretaria realiza o monitoramento dos munícipes envolvidos na notificação do caso em Diadema.
A Resguardo Agropecuária deve ser acionada imediatamente caso ocorra alguma suspeita da doença ou identificação de aves mortas Os endereços estão no site https://www.resguardo.cultivação.sp gov.br/enderecos/.
Redação Oeste, com informações da Dependência Estado
https://revistaoeste.com/agronegocio/confirmado-primeiro-caso-de-gripe-aviaria-do-ano-no-estado-de-sao-paulo//Nascente/Créditos -> REVISTA OESTE





