A viagem de Janja Lula da Silva e do ministro Wellington Dias a Roma gerou controvérsia devido aos altos custos envolvidos. A comitiva, composta por pelo menos 12 pessoas, já acumulou um gasto mínimo de R$ 140 milénio, de consonância com levantamento do jornal O Estado de S. Paulo. O valor pode aumentar, já que informações sobre passagens e diárias ainda não foram totalmente divulgadas.
Entre os membros da comitiva estão assessores de Janja e de ministérios, além de integrantes do gabinete presidencial. O Ministério da Rancho informou que alguns membros, porquê a secretária de Assuntos Internacionais Tatiana Rosito, participaram de eventos do Fundo Internacional de Desenvolvimento Agrícola (Fida), enquanto o Ministério do Desenvolvimento Social afirmou que fornecerá informações detalhadas sobre os custos posteriormente.
Os custos com diárias também chamaram atenção, com valores variando entre R$ 6.033,63 e R$ 17.821,85, dependendo do função e da função do participante. A viagem incluiu eventos porquê a buraco do Recomendação de Governança do Fida e a participação no Recomendação Interino de Campeões da Coligação Global Contra a Lazeira e a Pobreza, onde Janja discursou, apesar de não ocupar um função solene no governo. Ou por outra, ela teve um encontro com o Papa Francisco no Vaticano.
A viagem e os gastos renovaram o debate sobre a atuação do “gabinete informal” de Janja, que já somou mais de R$ 1,2 milhão em viagens desde o início do terceiro procuração de Lula. A participação de Janja em eventos governamentais, sem um função solene, tem sido mira de críticas, gerando questionamentos sobre a transparência e o uso de recursos públicos para essas missões internacionais.
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