O parlamentar acusou o governo federalista de devassidão e de instrumentalizar a Polícia Federalista para perseguir adversários políticos. Em tom inflamado, declarou:
“A gente não vai permitir que esses canalhas continuem governando o nosso país. Um governo corrupto, que persegue adversários políticos. Eles aparelharam até a Polícia Federalista, trocaram o solicitador que quebrou o sigilo do Lulinha, que recebia moeda do careca do INSS, para tentar manipular as investigações.”
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A fala faz referência direta a uma mudança interna na PF. A investigação sobre fraudes em aposentadorias e pensões do INSS, que estava sob a Partilha de Repressão a Crimes Previdenciários — conduzida pelo solicitador Guilherme Figueiredo —, foi transferida para o setor responsável por apurar casos envolvendo políticos com renda próprio no STF, sabido uma vez que Cinq.
Flávio também cobrou diretamente o presidente Lula sobre o escândalo previdenciário: “Tem que repor o moeda roubado dos aposentados do INSS, Lula. Você rouba os idosos desse Brasil.”
Bíblia e oração de resistência
Repetindo a estratégia adotada na véspera, em Campinas, o senador recorreu a passagens bíblicas para rebater as denúncias que o cercam. Sem fazer menção nominal a Vorcaro ou ao Banco Master, afirmou:
“Amanheci com uma passagem bíblica na minha cabeça. ‘Aquele que na dificuldade é fraco, é porque é realmente fraco’. Eles me subestimaram, mais uma vez, achando que vão me intimidar, achando que vão me silenciar. Eles esqueceram de uma coisa: cá tem sangue de Bolsonaro. Eu não vou desistir do meu Brasil.”
O pré-candidato classificou os ataques que tem sofrido uma vez que “perseguições” e disse ser intuito de um “tudo ou zero” do qual objetivo é “enterrá-lo vivo”.
Tarcísio presente em Campinas, ausente em Sorocaba
O evento de Sorocaba foi o segundo compromisso de Flávio Bolsonaro no interno paulista em base à pré-candidatura de Derrite. Na sexta-feira (15), o senador esteve em Campinas ao lado do governador Tarcísio de Freitas (Republicanos). No entanto, Tarcísio não compareceu ao ato deste sábado.
Segurança pública e o “método Bukele”
A taxa da segurança pública dominou o evento. O ex-senador Eduardo Bolsonaro (PL) participou por meio de um vídeo gravado, no qual afirmou que Derrite será “peça fundamental” para que Flávio implemente no Brasil o chamado “método Bukele”. A referência é ao presidente de El Salvador, Nayib Bukele, que diz ter erradicado a criminalidade no país por meio de encarceramento em tamanho.
Ou por outra, tanto Flávio quanto Derrite defenderam a classificação de organizações uma vez que o PCC e o Comando Vermelho uma vez que grupos terroristas — proposta alinhada ao que defende o presidente norte-americano Donald Trump e rejeitada pelo governo Lula.
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