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Um incidente inusitado marcou os bastidores da recente visitante do presidente Luiz Inácio Lula da Silva aos Estados Unidos. De combinação com informações veiculadas na prensa, o agendamento da aguardada reunião entre Lula e o presidente norte-americano, Donald Trump, só ocorreu depois uma mediação direta e informal do empresário Joesley Batista, proprietário da JBS.
O encontro entre os chefes de Estado, inicialmente cogitado para março, havia sido delongado em meio às tensões geopolíticas globais, porquê os conflitos envolvendo o Irã. Apesar do contato ordenado entre as equipes de ambos os governos, a confirmação da agenda permanecia travada.
A Diplomacia do Celular
O impasse foi solucionado na véspera do feriado de 1º de maio, no Palácio da Alvorada. Durante uma visitante à residência solene, Joesley Batista ouviu os relatos de Lula sobre as dificuldades para contatar o líder americano. O empresário, logo, ofereceu-se para intervir.
Em uma quebra do protocolo diplomático tradicional — sem a presença do chanceler Mauro Vieira ou de assessores da dimensão internacional —, Batista solicitou que trouxessem seu celular pessoal e ligou diretamente para Donald Trump. Segundo os relatos, o presidente americano atendeu no terceiro toque.
A facilidade de entrada de Joesley a Trump possui lastro corporativo: por meio da Pilgrim’s Pride, subsidiária da JBS nos Estados Unidos, a empresa brasileira foi a maior doadora empresarial para a cerimônia de posse do republicano. O clima do telefonema foi descrito porquê amigável, encerrando-se com Trump dizendo um “I love you” (eu te senhor) a Lula.
Em seguida o aval telefônico, o cerimonial das duas nações agilizou a organização da ida de Lula à Lar Branca no dia 7 de maio, classificada porquê uma agenda de trabalho.
O Encontro na Lar Branca
Coincidentemente, Joesley Batista esteve em Washington no mesmo dia e cumpriu uma agenda pessoal com Trump antes da chegada da comitiva presidencial brasileira. Ao receber Lula de forma harmonioso, Trump teria inclusive questionado por que o empresário não estava junto à comitiva solene.
A reunião no Salão Oval durou mais de três horas, incluindo um almoço, surpreendendo os jornalistas que cobrem o dia a dia em Washington. A prensa não teve entrada ao interno da Lar Branca a pedido do próprio governo brasílico.
Sem Acordos, Mas com Promessas
O balanço do encontro foi apresentado por Lula em uma coletiva na Embaixada do Brasil. O presidente retornou sem novos acordos comerciais formalizados, mas obteve a promessa de que uma novidade reunião focada em tarifas será realizada em um prazo de 30 dias. Para aliados do governo, a reunião serviu para substanciar a capacidade de diálogo e a sobrançaria de Lula no cenário internacional.
Em tom relaxado com os jornalistas, Lula relatou ter sugerido a Trump que “sorrisse mais”. Quando questionado se a reunião abordou investigações comerciais dos EUA sobre o sistema brasílico Pix, o presidente negou: “O americano não tocou no ponto, e eu também não. Eu espero que ele ainda vá fazer um Pix, porque muitas empresas americanas já fazem”, brincou.
O post Bastidores de Washington: A Relação de Joesley Batista que Garantiu o Encontro entre Lula e Trump apareceu primeiro em Partido Brasil.
https://partidobrasiloficial.com.br/2026/05/11/bastidores-de-washington-a-ligacao-de-joesley-batista-que-garantiu-o-encontro-entre-lula-e-trump/?utm_source=rss&utm_medium=rss&utm_campaign=bastidores-de-washington-a-ligacao-de-joesley-batista-que-garantiu-o-encontro-entre-lula-e-trump/Nascente/Créditos -> SITE PARTIDO BRASIL OFOCIAL
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